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  • Quanto tempo demora um processo trabalhista e como antecipar valores

    Quanto tempo demora um processo trabalhista e como antecipar valores

    Todos os trabalhadores podem ingressar com uma ação trabalhista quando têm seus direitos lesados por seus empregadores, mas como funciona esse processo e quanto tempo ele dura?

    Quando se pensa em entrar com um processo trabalhista, é comum que surja a dúvida: “Quanto tempo demora um processo trabalhista?” O tempo de duração dos processos pode ser um fator que afasta o trabalhador da busca por seus direitos ou que o deixa em expectativa e ainda pode gerar frustração.

    Porém, esta é uma questão muito complexa, já que cada ação trabalhista é composta por diversos fatores que podem aumentar o tempo de duração do processo. Dessa forma, enquanto alguns duram cerca de seis meses, outros podem demorar anos.

    Com base no relatório Justiça em Números 2022, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), um processo permanece 4 anos e 7 meses no acervo dos tribunais, em média. Contudo, pode levar mais alguns anos na fase de execução e cumprimento de sentença.

    Neste artigo, você descobre quanto tempo demora um processo trabalhista, como ele funciona, o tempo máximo que um processo pode durar, os principais fatores para a demora e como ter acesso aos seus honorários sem precisar aguardar a conclusão do processo judicial. Confira!

    Como funciona um processo trabalhista?

    A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto de Lei nº 5452) reúne as regras para as relações de vínculo empregatício no Brasil. Contudo, diversos empregadores não entendem sua importância e descumprem suas determinações, abrindo brechas para processos.

    Dessa forma, quando o trabalhador sente que seus direitos não estão sendo respeitados pelo empregador, pode entrar com uma ação trabalhista. O órgão responsável por organizar e julgar essa ação é o Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

    Além disso, os processos trabalhistas contam com algumas etapas. São elas:

    • Fase de conhecimento;
    • Sentença;
    • Abertura para recursos;
    • Fase de execução;
    • Demandas gerais da Justiça do Trabalho.

    Quanto tempo demora um processo trabalhista em média?

    Existem alguns fatores podem influenciar nos prazos de duração de um processo trabalhista, como, por exemplo:

    • A complexidade da causa;
    • O local onde o processo foi ajuizado;
    • A agenda da Vara Trabalhista;
    • A necessidade da realização de perícias;
    • A apresentação de recursos;
    • As remarcações que podem ocorrer com o tempo, etc.

    Porém, para que você tenha uma ideia de quanto tempo demora um processo trabalhista, vamos trazer alguns exemplos:

    • Se, logo na audiência de conciliação, trabalhador e empresa chegarem a um acordo – o que é relativamente comum -, então o processo pode ser finalizado, em média, em seis meses;
    • Caso não haja acordo na audiência de conciliação, mas o processo seja simples, sem a necessidade de recursos, então o processo pode ser finalizado, em média, após um ano;
    • Se for um processo com recursos no Tribunal Estadual ou se houver perícias, então o processo pode durar, em média, de dois a três anos;
    • Caso o processo seja mais complexo, de alto custo, e tenha recurso junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), então o processo pode correr por vários anos.

    Outro fator que influencia diretamente em quanto tempo demora um processo trabalhista é o valor total da ação. 

    Processos trabalhistas com valores abaixo de 40 salários mínimos costumam correr de forma mais rápida. Isso porque possuem um rito especial no qual as duas audiências são feitas no mesmo dia, e a empresa tem menos chances de recorrer.

    Também é importante considerar que há correção monetária e juros no decorrer do processo trabalhista. Isso significa que quanto mais tempo o processo demora, maior será seu valor final.

    A correção e os juros são calculados durante todos os meses em que o processo estiver correndo. Dessa forma, por mais que o processo trabalhista seja demorado, ele terá seu valor corrigido e acrescido de juros.

    Por esse motivo, independente de quanto tempo demora um processo trabalhista, o trabalhador que teve seus direitos desrespeitados pode ter confiança de que, ao entrar com uma ação, terá seus valores pagos da maneira correta.

    Qual é o tempo máximo que um processo pode durar?

    Não há nenhuma lei que determine o prazo máximo para a duração de um processo na justiça. Isso porque podem haver inúmeras variáveis que dificultam, inclusive, na previsão quanto ao prazo da tramitação.

    Aliás, aqui cabe uma curiosidade: o processo mais demorado da história do Brasil durou 125 anos! A ação foi movida pela Princesa Isabel devido à posse do Palácio Guanabara. Na ocasião, ela alegava que o imóvel foi tomado ilegalmente da família Orleans e Bragança com a instauração da república.

    Mais de um século depois, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que a atual sede do governo fluminense pertence à União.

    A boa notícia é que a legislação brasileira possui algumas ferramentas para evitar que os processos se prolonguem por tanto tempo. A prescrição do Direito à judicialização e a prescrição intercorrente, quando o processo fica muito tempo parado na fase de execução, são exemplos disso.

    Principais fatores para a demora na conclusão dos processos no Brasil

    Os principais fatores que contribuem para a demora dos processos no Brasil são:

    • Quantidade de juízes em relação ao tamanho da população brasileira. São 8,2 magistrados para cada 100 mil habitantes. Em países europeus, a média é de 17,4;
    • Cultura de litígio que contribui para uma judicialização exagerada ao invés de recorrer a outras formas de solução de conflito, como a conciliação, a mediação e a negociação;
    • Excesso de pedidos de liminares, ações cautelares e mandados de segurança contra decisões judiciais para retardar indefinidamente a conclusão das ações;
    • Limitação na estrutura das instâncias superiores em função da grande quantidade de recursos. As instituições não conseguem dar conta da alta demanda e travam o sistema;
    • Falta de mecanismos eficientes para agrupamento de processos semelhantes, facilitando o julgamento de recursos nos tribunais superiores;
    • Insegurança jurídica devido às alterações ou substituições frequentes da legislação, Com isso, os cidadãos acabam não conhecendo seus direitos e recorrendo em demasia ao Poder Judiciário.

    Como ter acesso aos valores processuais sem precisar esperar tanto tempo?

    Um dos principais problemas decorrentes da demora na conclusão de processos judiciais é o fato de a parte vencedora não poder acessar os valores a que tem direito. Para os advogados, isso tem um peso ainda maior: esses profissionais só são remunerados após o encerramento do processo e a liberação do dinheiro de seus clientes.

    A boa notícia é que, em ambos os casos, é possível realizar a antecipação de créditos judiciais. Assim, é que os advogados podem ter acesso aos seus valores de direito sem precisar ficar anos esperando pela liberação de seu dinheiro.

    Por meio de empresas confiáveis, como a JusCash, advogados podem antecipar seus honorários contratuais e de sucumbência, com praticidade, rapidez e segurança!

    Conclusão

    Viu quantas coisas podem influenciar quanto tempo demora um processo trabalhista? São muitos detalhes e particularidades que podem fazer o processo correr de seis meses até alguns anos.

    A boa notícia é que a legislação possui ferramentas para evitar que os processos se prolonguem por tanto tempo quanto o da Princesa Isabel.

    Além disso, com a antecipação de créditos judiciais, você pode ter acesso ao seu dinheiro quando precisar!
    Continue acompanhando nosso blog para obter mais informações sobre os processos judiciais.

  • 5 Dicas para equilibrar a Vida Pessoal e Profissional na advocacia

    5 Dicas para equilibrar a Vida Pessoal e Profissional na advocacia

    Encontrar o ponto de equilíbrio entre vida pessoal e profissional é fundamental para que o advogado se sinta realizado em todas as áreas de sua vida.

    A rotina dos profissionais do Direito costuma ser repleta de tarefas, em especial quando o advogado decide empreender. Isso porque essa é uma profissão que exige um alto nível de comprometimento e dedicação.

    Assim, é comum encontrar profissionais sobrecarregados, estressados e com desequilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Conciliar as duas áreas não é fácil ou intuitivo. É preciso conquistar esse equilíbrio com determinação, foco e planejamento.

    Isso porque só é possível se dedicar com toda a qualidade à rotina de trabalho se o profissional estiver bem em sua vida pessoal. Um profissional estressado e sobrecarregado não consegue produzir adequadamente e acaba prejudicando seu desempenho.

    Para te ajudar na importante tarefa de conquistar o equilíbrio na vida pessoal e profissional, desenvolvemos esse conteúdo com cinco dicas valiosas para conciliar ambas as áreas. Confira e comece a colocar em prática para tornar sua rotina mais leve e produtiva!

    Importância de equilibrar vida pessoal e profissional

    Para alcançar o sucesso em qualquer que seja seu objetivo, o primeiro passo é ter uma vida saudável e equilibrada. Isso significa ter tempo para lazer, para cuidar da mente e do corpo, ter um bom convívio social e boas relações familiares.

    Porém, com uma rotina cada vez mais cheia de tarefas, os profissionais acabam levando tarefas do trabalho para casa. Além disso, acabam negligenciando atividades que trazem qualidade de vida por falta de tempo, planejamento e disposição.

    A falta de autocuidado somada à rotina estressante e ambientes de trabalho não saudáveis contribuem para o aumento no estresse. Isso prejudica a criatividade e a produtividade do profissional. Por isso, é fundamental buscar o equilíbrio entre todas as esferas da vida, para tornar a relação com o trabalho mais saudável e feliz.

    Consequências da falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional

    A sobrecarga na advocacia vai além do ambiente do trabalho, podendo afetar negativamente a vida pessoal dos advogados. Prazos apertados impostos pelos tribunais e pressão para entregar resultados positivos são exemplos de fatores que podem levar ao acúmulo de tarefas e à sobrecarga psicológica dos profissionais, gerando estresse e desgaste.

    Quando essa sobrecarga se torna constante, pode acabar levando a uma sensação de insatisfação com o trabalho e a advocacia. O desequilíbrio entre vida pessoal e profissional, o estresse constante e pressão podem acabar com o entusiasmo e a paixão pela profissão.

    Com isso tudo, o profissional não consegue mais cumprir prazos, comparecer a compromissos ou entregar um trabalho de qualidade. Isso pode afetar diretamente a reputação do profissional e a confiança de colegas e clientes.

    O desequilíbrio entre vida pessoal e trabalho pode gerar problemas de saúde, crises familiares e até mesmo pode levar o profissional ao completo esgotamento. Por isso, é essencial aprender a identificar os sinais de sobrecarga e procurar formas de reduzir seus efeitos. 

    Como conciliar vida pessoal e profissional?

    O cenário parece assustador, não é mesmo? Mas, a boa notícia é que é possível superar a sobrecarga da profissão e adotar um estilo de vida mais equilibrado. Porém, para isso, é preciso adotar estratégias que podem ajudar. Confira algumas delas:

    1. Gerenciamento eficiente de tempo 

    A gestão de tempo na advocacia é essencial para a produtividade e eficiência na prática da atividade. Diante de uma rotina cada vez mais corrida, é fundamental ter um bom planejamento para conseguir fazer tudo com dedicação e qualidade.

    Além disso, com a gestão de tempo é possível realizar mais coisas em um único dia. Com isso, o negócio se torna mais eficiente e produtivo, alcançando mais resultados positivos para seu cliente.

    Porém, para organizar o tempo na advocacia, é preciso entendê-lo, analisá-lo, colocar as ideias no papel, delegar e acompanhar as tarefas. Para isso, o advogado pode usar estratégias como:

    • Priorizar tarefas;
    • Estabelecer metas e prazos claros e realistas;
    • Usar técnicas de planejamento, como a matriz de Eisenhower, para identificar tarefas urgentes e importantes;
    • Usar agendas para não perder prazos ou tarefas;
    • Aprender a dizer não a solicitações que não são prioritárias.

    Saiba mais sobre gestão de tempo e planejamento para advogados!

    1. Utilizar a tecnologia a seu favor

    As ferramentas tecnológicas de automação de tarefas são excelentes para otimizar processos e reduzir a sobrecarga na advocacia. Por meio de softwares jurídicos, por exemplo, é possível controlar processos, gerir prazos e armazenar documentos com segurança.

    Além disso, há soluções para proteger dados confidenciais, como criptografia, autenticação de dois fatores e o Whom, gerenciador de certificados digitais da Doc9. Essas ferramentas são muito importantes para garantir a proteção de informações sensíveis contra acessos não autorizados.

    Também é possível usar softwares para criar apresentações, relatórios e diversos outros materiais, proporcionando mais organização e eficiência para o advogado.

    1. Fazer parcerias estratégicas e saber delegar atividades

    Estabelecer parcerias estratégicas com outros profissionais é uma forma de os advogados lidarem com a sobrecarga de trabalho. Ao colaborar em projetos e dividir responsabilidades, é possível aliviar a carga de tarefas e trazer uma abordagem mais eficiente e especializada para cada caso.

    Além disso, estar em uma equipe pode ajudar o profissional a lidar com as pressões e oferecer suporte profissional e emocional ao advogado. A colaboração também ajuda na criação de soluções mais eficientes e melhores resultados para os clientes.

    A sobrecarga pode trazer sérios impactos à saúde mental e física dos advogados, interferindo na qualidade do serviço prestado. A continuidade desse cenário pode gerar estresse, esgotamento, ansiedade, depressão, distúrbios do sono, atrapalhar a concentração, reduzir a produtividade e aumentar a propensão a erros.

    Este é um desafio enfrentado por muitos profissionais na advocacia. Porém, é possível mitigar a sobrecarga, melhorar a qualidade de vida e aumentar a qualidade dos serviços jurídicos oferecidos aos clientes por meio de estratégias como:

    • Priorização de tarefas;
    • Gestão eficiente de atividades;
    • Delegação adequada de afazeres;
    • Estabelecimento de limites;
    • Habilidades de gestão do tempo.

    O equilíbrio entre vida pessoal e trabalho ajuda a garantir a saúde e bem-estar dos advogados, contribuindo para uma advocacia mais sustentável e saudável.

    1. Estabelecer momentos de qualidade em família e no trabalho

    Entre prazos apertados, compromissos e reuniões profissionais, pode ser difícil encontrar tempo para a família. Porém, negligenciar essa área traz o risco de perder momentos e conexões afetivas com pessoas importantes.

    Por isso, é fundamental priorizar e reservar um tempo para se dedicar aos seus entes queridos. Dessa forma, é primordial estabelecer prioridades claras para gerir o tempo entre trabalho e família.

    Faça uma análise para identificar quais são as atividades essenciais nos dois âmbitos e determine o tempo necessário para cada uma. Criar metas realistas e gerir expectativas é uma ótima forma de aumentar sua produtividade e evitar stress.

    1. Tentar separar os espaços

    Alguns profissionais têm o hábito de levar trabalho para casa, trabalhar fins de semanas inteiros ou trabalhar até tarde. Esses hábitos provocam desequilíbrio entre a vida pessoal e profissional.

    Trocar momentos de lazer por horas a mais no trabalho é a receita para ter muitos problemas com o passar do tempo. É muito importante estabelecer um tempo de descanso, lazer, relaxamento, e qualidade com a família e amigos.

    Dica extra: cuidar de suas finanças

    A instabilidade e a falta de previsibilidade financeira fazem parte da vida do advogado, em especial dos autônomos. Isso porque, normalmente, sua remuneração está atrelada ao sucesso nos processos judiciais de seus clientes.

    Porém, essa incerteza pode acabar trazendo estresse, ansiedade e impedindo o advogado de ter uma vida equilibrada. Além de realizar um bom planejamento financeiro, o advogado pode contar com a antecipação de honorários da JusCash para trazer equilíbrio à sua vida financeira.

    Conclusão

    O trabalho enobrece o homem e a mulher. Mas, isso só acontece quando o trabalho não os priva de viver. Essa deve ser uma fonte de crescimento e melhorias, mas não pode se tornar algo que consome sua vida pessoal, atrapalha relacionamentos e prejudica seu bem-estar.

    Por isso, é indispensável buscar o equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional. Isso o tornará uma pessoa feliz e realizada de todas as formas.
    Continue acompanhando nosso blog para conferir dicas de produtividade e gestão para advogados!

  • Precificação de serviços na advocacia: como calcular seus honorários

    Precificação de serviços na advocacia: como calcular seus honorários

    Precificar seus honorários ainda é um desafio para você? Então confira nossas dicas e comece a valorizar seu trabalho!

    A precificação dos honorários advocatícios é um desafio para os advogados, desde os recém-formados até os mais experientes. Isso porque a precificação de honorários não é uma tarefa simples.

    O advogado deve considerar diversos aspectos, que vão desde a complexidade do caso até sua experiência e grau de especialização para definir o preço a ser cobrado. 

    Por isso, se você está com dificuldade para determinar o valor de seus serviços jurídicos, confira estratégias para definir os valores adequados aos seus serviços, considerando o valor agregado, as demandas do mercado e outras questões. Boa leitura!

    Tipos de honorários advocatícios

    Honorários advocatícios são a remuneração dos advogados pelos serviços jurídicos que prestam aos seus clientes. Esses valores podem ser cobrados por processos judiciais, assessorias, consultas, diligências e outras atividades. 

    Tipos de honorários advocatícios

    Os honorários têm o mesmo fim: remunerar o advogado pelos serviços jurídicos que presta aos seus clientes. Porém, nem sempre têm a mesma origem: eles podem ser pagos pelo cliente, pela parte contrária em um processo ou determinados pelo juiz. Conheça os tipos:

    Honorários contratuais

    São convencionados entre o advogado e o cliente no momento da contratação dos serviços por meio de um contrato. Nesse contrato, é determinado se o pagamento será feito no início, ao final, como uma porcentagem do êxito da ação ou de forma mista.

    Honorários sucumbenciais

    São pagos pela parte que perdeu o processo para o advogado da parte que venceu. Os honorários de sucumbência não são somados ao valor da causa, e são determinados pelo juiz da ação.

    Honorários arbitrados

    São determinados pelo juiz quando não há acordo entre as partes, considerando a complexidade do caso, a tabela da OAB e as condições das duas partes. O pagamento desse valor não está atrelado ao resultado no processo. 

    Honorários assistenciais

    São pagos ao sindicato para cobrir custos com assistência jurídica aos trabalhadores filiados, e não aos advogados diretamente. Esse é o único tipo de honorário que não tem verba alimentar.

    Formas de precificação na advocacia

    A precificação dos honorários na advocacia pode ser feita de diversas maneiras. Confira as principais:

    Honorários de risco

    Pagos apenas se houver êxito e ganho de causa. Ao final do processo, a parte vencedora tem uma porcentagem do valor recebido descontada para o pagamento do advogado. Assim, se a parte não ganhar, o advogado também não recebe.

    Honorários mensais

    O advogado ou escritório de advocacia recebe um valor mensal pela consultoria jurídica e acompanhamento processual ilimitado. Normalmente, empresas com grande demanda judicial realizam esse tipo de acordo.

    Honorários por horas trabalhadas

    Para gerar segurança jurídica ao cliente, o pagamento dos honorários pode ser feito com base nas horas trabalhadas pelo advogado, que empenha seu serviço intelectual em causas sem valores financeiros imediatos.

    Honorários por peças processuais

    O pagamento fica atrelado ao trabalho do advogado. Porém, um valor fixo será cobrado pelo que ele irá produzir, independente do tempo que leve para isso. Normalmente, essa forma de precificar honorários é usada para a criação de contratos, recursos, pareceres e defesas.

    Honorários mistos

    Não existe uma regra para a definição dos valores dos honorários: é possível cobrar um valor fixo como entrada para cobrir as despesas do advogado mais uma porcentagem de êxito, ou cobrar com base no valor do contrato, por exemplo. Isso depende do caso e das particularidades de cada situação.

    Para a precificação dos honorários, o importante é que o advogado faça a análise dos valores com base em seu planejamento financeiro e visando a valorização de seu trabalho.

    Honorários por diligência

    Os advogados também podem ser remunerados para a realização de serviços que envolvam um conhecimento jurídico específico ou realização de um ato, ou seja, pelas diligências que realizam para seus clientes. Por exemplo, podem ser remunerados para:

    • Realizar audiências;
    • Comparecer a oitivas em delegacias, Ministério Público, Procon, IBAMA, INSS e outros órgãos administrativos;
    • Analisar um contrato;
    • Elaborar uma peça processual;
    • Fazer análises processuais;
    • Comparecer em reuniões, assembleias de sócios e assembleias de condomínios, etc.

    Qual o valor máximo que um advogado pode cobrar?

    Contudo, é importante que o advogado tenha em vista o valor máximo que pode cobrar para a causa que está defendendo. Com base na legislação, os honorários não podem ultrapassar 50% do valor que a parte irá receber. Porém, na prática, o valor costuma ser abaixo dessa porcentagem.

    O que considerar para a precificação na advocacia?

    Não há fórmula pronta para calcular o valor e o método de pagamento dos honorários. Existem muitas variáveis a serem consideradas, e é preciso avaliar sua realidade, de seu escritório, da região e das partes envolvidas.

    Ou seja, é preciso fazer uma ampla análise para fazer uma proposta adequada ao seu futuro cliente, considerando questões como:

    Tabela da OAB

    A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) disponibiliza uma tabela que serve como base para os valores dos principais serviços advocatícios. Normalmente, a OAB estadual faz a divulgação com base na realidade da região. Confira a tabela em sua seccional.

    É importante ter em mente que a tabela é uma referência de valor justo para cada serviço, não uma regra. 

    Complexidade do caso

    Analisar a complexidade do caso é fundamental para a precificação de serviços na advocacia. Isso porque o advogado pode considerar:

    • O tempo que terá que se preparar para atender àquela demanda;
    • O tempo médio que o processo pode durar até a sentença;
    • Se será necessário realizar diligências junto aos órgãos públicos;
    • Se será necessário realizar audiências;
    • A probabilidade de sucesso ao final.

    Assim, poderá diferenciar os casos mais simples, nos quais o advogado tem conhecimento, terá facilidade e poderá cobrar um valor menor, e os mais complexos, que demandam mais tempo e energia, e devem ser cobrados de maneira diferente.

    Sua experiência e grau de especialização

    A bagagem de experiência do advogado também influencia em sua precificação. Além disso, quanto mais especializado o advogado for, poderá cobrar um valor maior do que profissionais generalistas.

    Custos fixos e variáveis

    Para atender seu cliente, o advogado precisa contar com toda uma estrutura, que envolve diversas despesas que devem ser consideradas em sua precificação, como:

    • Aluguel;
    • Contas de consumo, como água, luz e internet;
    • Gastos com deslocamento, diligências, viagens e outros.

    Além disso, o advogado deve considerar os investimentos que realizou em sua educação e a anuidade da OAB.

    Valorize o seu trabalho

    Além dos fatores que citamos acima, o advogado precisa de tempo, conhecimento e experiência para defender seu cliente. Por isso, deve mostrar ao seu cliente o valor do seu trabalho e a diferença que fará na vida dele.

    Assim, é importante explicar estratégias, possíveis desdobramentos e as vantagens de te contratar. Com isso, você demonstrará autoridade, experiência e o conhecimento necessário para conquistar a confiança do cliente.

    Elabore um contrato

    Por fim, é fundamental desenvolver um contrato que registre de maneira clara e precisa todos os acordos realizados entre cliente e advogado. É importante incluir os valores, porcentagens, possíveis estratégias e consequências para deixar tudo bem claro.

    A importância do controle financeiro

    Conhecer os custos fixos e variáveis de seu escritório e dos processos ou demandas trazidas pelos clientes também é muito importante para a precificação de serviços na advocacia. Por isso, tenha um controle financeiro detalhado.

    Para isso, você pode contar com planilhas, agendas ou softwares jurídicos que contem com o serviço de planejamento financeiro. O levantamento desses dados te ajudará a calcular de forma mais eficiente os valores de seus honorários para cada caso.

    Além disso, conte com o apoio da JusCash para manter suas contas em dia por meio da antecipação de honorários e dos conteúdos de planejamento voltados exclusivamente a você, advogado. Acompanhe nosso blog!

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  • Construção de marca pessoal na advocacia: como fortalecer e divulgar seu trabalho

    Construção de marca pessoal na advocacia: como fortalecer e divulgar seu trabalho

    Construir uma personal branding forte e que se destaque no mercado é fundamental para ajudar o advogado a atrair e fidelizar clientes com mais eficiência e qualidade.

    O advogado que deseja prospectar e atrair clientes precisa investir na construção de marca pessoal na advocacia. Também chamada de personal branding, essa estratégia ajuda o profissional a promover seus serviços com base em ações de marketing jurídico.

    Prestar serviços jurídicos com eficiência e ter um profundo conhecimento na área são diferenciais para o advogado e, certamente, trarão resultados para seus clientes. Porém, na atual dinâmica do mercado, apenas fazer um bom trabalho pode não ser suficiente.

    Com a modernização da advocacia, o profissional precisa saber como transmitir confiança e autoridade por meio de sua própria imagem. Saber como divulgá-la também é fundamental para quem quer se destacar em meio a um mercado tão competitivo.

    A construção de uma marca pessoal na advocacia é uma ação estratégica que você pode adotar para atrair novos clientes e fidelizar aqueles que já possui. Descubra como se posicionar e se destacar no mercado neste artigo. Boa leitura!

    O que é marca pessoal na advocacia?

    Personal branding é uma estratégia voltada ao fortalecimento da imagem de uma pessoa diante do mercado. A partir de uma série de posicionamentos e ações, o profissional pode mostrar ao seu público-alvo suas habilidades e a maneira como se expressa.

    O objetivo dessa ação é reforçar a autoridade e relevância do advogado diante de seu mercado de atuação. Dessa forma, quem se interessa por esse assunto pode buscar sua marca para se informar ou solucionar algum problema.

    Quando sua identidade como marca está definida, o advogado consegue assumir seu controle e criar um diferencial competitivo sobre o mercado. Com isso, deixa de ser apenas mais um que fala sobre aquele assunto e passa a ser conhecido por sua marca.

    A construção de marca pessoal na advocacia envolve fatores como:

    • A maneira como o profissional se apresenta online e offline;
    • Sua identidade visual, que envolve a criação de um logotipo, as artes usadas nas redes sociais e seu cartão de visitas;
    • A criação de conteúdos que reforcem a autoridade do profissional sobre o assunto em questão, etc.

    Importância da construção de uma marca pessoal sólida

    Quando o advogado não trabalha na construção de sua marca pessoal, corre dois grandes riscos:

    1. Se tornar apenas mais um em meio a diversos outros profissionais;
    2. Deixar seu trabalho e reputação serem definidos por terceiros.

    Se você for apenas mais um profissional muito bom do Direito, terá uma procura limitada, e muitos clientes irão priorizar profissionais que têm autoridade e bom posicionamento na área. 

    Com isso, também não poderá se posicionar e definir claramente seus propósitos, habilidades e metas, deixando espaço para questionamentos e interpretações. Ao investir em personal branding, por outro lado, você pode deixar claros os seus propósitos e diferenciais.

    A construção da marca pessoal na advocacia é a primeira ação necessária para o profissional que quer se posicionar como referência em seu segmento. Esse é um processo estratégico que ajudará a direcionar seu posicionamento para atingir seus objetivos, trazendo mais valor ao seu trabalho e para o público.

    Por meio das ações de personal branding, o advogado consegue aumentar sua visibilidade, conquistar a confiança do público e compartilhar seus valores com ele. Quando a gestão de sua marca é feita de forma estratégica, seu público tem grande potencial de se tornar promotor do seu trabalho.

    Entre os principais benefícios da construção de marca pessoal na advocacia estão:

    • Construção de autoridade na área;
    • Reforça seus diferenciais e qualidades;
    • Entrega mais valor ao seu público;
    • Aumenta o alcance de sua mensagem;
    • Ajuda na construção de uma boa reputação;
    • Aproxima o profissional de possíveis parceiros e clientes.

    5 dicas para a construção de marca pessoal de sucesso na advocacia

    1. Planeje sua marca pessoal

    Toda boa estratégia de marketing começa pelo planejamento. Assim, comece sua construção de marca pessoal na advocacia pela definição de metas e objetivos pessoais e profissionais. Isso te ajudará a se manter motivado e a enfrentar novos desafios.

    Também faça uma análise completa de sua imagem enquanto profissional: sua aparência pessoal, sua comunicação e seus comportamentos. Identifique seus pontos fortes e dedique seus esforços a promovê-las. Busque desenvolver uma imagem positiva, que te ajudará a ter mais credibilidade diante do seu público.

    1. Seja transparente

    Busque ter uma conduta de profissionalismo, mas também seja você mesmo. As pessoas perceberão se você estiver se esforçando para parecer alguém que você não é. Reconheça que você não sabe todos os detalhes de sua área de atuação e que pode errar.

    Mostre quem você é, o que você é e o que te torna um profissional único. Deixe sua personalidade se destacar e tenha mais proximidade com seus colegas de profissão e clientes em potencial.

    Além disso, sempre tenha em mente qual é o seu propósito e busque cumpri-lo. Lembre-se qual é seu objetivo com sua marca pessoal e deixe isso refletir na forma como você a retrata e a mantém.

    1. Faça networking

    Construir relacionamento com pessoas importantes, éticas e influentes em sua área é uma forma de potencializar suas oportunidades profissionais. Além disso, a conexão com profissionais da área é uma ótima forma de começar a construção de sua marca pessoal na advocacia.

    Por isso, compareça a eventos em sua área, participe de grupos online e comece a criar conexões. Conforme você estabelecer conexões, terá mais chance de ter sua marca pessoal reconhecida, ter influência no setor e se conectar a outras pessoas.

    Não basta se conectar com profissionais do seu setor: é preciso continuar interagindo com eles. Busque segui-los nas redes sociais, marcar encontros de networking e conhecer verdadeiramente seus contatos.

    Faça com que a conexão inicial se mantenha por bastante tempo: se esforce para conhecer e manter um relacionamento com suas conexões. Lembre-se que elas poderão te ajudar a avançar em sua carreira ou apontar a direção certa.

    1. Seja referência na sua área de atuação

    Busque se posicionar como referência em sua área ao compartilhar informações valiosas para seu público. Você pode fazer isso por meio de newsletters, blogs, redes sociais, webinars e muitas outras ferramentas.

    É muito importante que você saiba do que está falando e deixe bem claro para seu público que tem domínio do assunto. Por isso, é importante estar sempre atualizado com as últimas novidades e tendências da sua área. 

    1. Use as rede sociais para divulgar sua marca pessoal na advocacia

    As redes sociais são ótimas plataformas gratuitas para divulgar seus serviços enquanto advogado. Mas, também podem ser usadas estrategicamente para divulgar sua marca pessoal.

    Por isso, elas devem ser usadas de forma estratégica para mostrar quem você é e quais são seus propósitos enquanto advogado. Isso te tornará mais próximo do seu público e de potenciais conexões em sua área.

    Por meio das redes sociais, os advogados podem fazer marketing jurídico agregando valor ao seu público e dentro das normas do código de ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Lembre-se de manter um ritmo de postagens regular para cativar seu público.

    Conclusão

    A construção de marca pessoal na advocacia é uma estratégia eficaz para ajudar os advogados a se posicionarem enquanto autoridades em sua área de atuação. Isso ajudará o profissional a se aproximar de potenciais conexões e clientes estratégicos para que ele alcance suas metas.

    Continue acompanhando nosso blog para não perder nossas dicas de como realizar um marketing jurídico eficiente e direcionado.

  • Dicas para lidar com a sazonalidade na advocacia

    Dicas para lidar com a sazonalidade na advocacia

    Conhecer os períodos de sazonalidade na área na advocacia é muito importante para que o advogado consiga se planejar corretamente.

    Entender os períodos de alta e baixa procura dos serviços oferecidos é fundamental para o planejamento do advogado autônomo ou escritório de advocacia. Esses dados são fundamentais tanto para quem está abrindo um negócio quanto para quem já está atuando na área.

    Isso porque a análise desses números permite planejar de forma mais eficaz as finanças do negócio, os momentos de contratações ou cortes de custos, os planos de expansão do escritório e outros.

    Neste artigo, vamos falar um pouco mais sobre a sazonalidade, como explorar os períodos de alta e baixa, quais são esses períodos no Direito e como os advogados autônomos podem lidar com eles. Confira!

    O que é sazonalidade?

    Os períodos de sazonalidade são aqueles em que há aumento ou redução na demanda dos clientes. Eles podem estar relacionados a eventos periódicos, climáticos, datas comemorativas e diversos outros fatores.

    A sazonalidade interfere diretamente no faturamento do advogado ou escritório, por isso, é fundamental tomar alguns cuidados, como planejamento financeiro e análise estratégica de seu negócio. Falaremos mais sobre isso adiante.

    Os períodos de sazonalidade devem ser previamente planejados. Mas, para isso, é preciso ter um amplo conhecimento sobre sua área de atuação e estar sempre atento às oportunidades.

    Para prever o crescimento no volume de atendimentos, é fundamental que o advogado analise os números dos anos anteriores. O ideal é que assim que um período de sazonalidade se encerrar, já comece a estudar como é possível melhorar ainda mais no próximo ano.

    Também é muito importante planejar detalhadamente as sazonalidades negativas, pois elas indicam risco de prejuízo. Por isso, é fundamental estudar serviços complementares com demandas que não sofram variações nesse período.

    Além disso, para ambos os períodos de sazonalidade, é fundamental contar com um capital reserva, que corresponda a, pelo menos, 30% de seu lucro mensal para garantir a sustentabilidade do negócio.

    Dessa forma, diante de períodos como esses, o advogado autônomo ou escritório de advocacia deve analisar os seguintes pontos:

    • É vantajoso operar em períodos de sazonalidade negativa? Caso a demanda seja muito baixa, pode ser difícil cobrir custos fixos e operacionais. Assim, o advogado pode cogitar optar por atuar em um escritório de advocacia virtual, por exemplo;
    • Com um bom planejamento, inclusive financeiro, você pode aproveitar a baixa demanda para descansar e investir em você mesmo;
    • Use a baixa demanda para estudar e se desenvolver. Enquanto  a procura  por serviços estiver baixa, você pode se preparar para trazer novidades para seus clientes na boa temporada.

    Quais são os períodos de sazonalidade na advocacia?

    Para os profissionais do Direito, a sazonalidade pode variar de acordo com a área de especialização e as demandas específicas do campo. A sazonalidade ainda pode variar conforme a localização geográfica, a legislação local e outros fatores específicos. 

    Em todo caso, o profissional do Direito deve estar preparado para gerenciar essas variações, adaptar sua estratégia de marketing e alocar recursos de acordo com as necessidades. Confira algumas situações nas quais os advogados podem enfrentar variações sazonais positivas:

    Impostos e declarações fiscais

    Quem atua com Direito Tributário pode enfrentar um aumento da demanda no período de declaração do Imposto de Renda. Para as Pessoas Físicas, o prazo é entre março e maio do ano seguinte ao ano-calendário de referência. 

    Para Pessoas Jurídicas, o prazo é o último dia do mês de julho. Assim, a declaração de 2022 deve ser entregue nesses prazos em 2023, por exemplo.

    Durante esse período, pessoas e empresas costumam buscar por orientação jurídica para ter a garantia de que estão cumprindo corretamente suas obrigações fiscais.

    Direito trabalhista

    As questões relacionadas ao Direito Trabalhista podem ter aumento no início e no final do ano, por exemplo. Isso porque nesse período costumam haver demissões, renovações de contrato, negociações salariais, mudanças nas políticas internas e férias coletivas.

    Direito de família

    Questões de Direito da família, como divórcios, acordos de pensão alimentícia e disputas de custódia podem ocorrer em qualquer época do ano. Porém, nos períodos de férias pode haver um aumento, já que as pessoas costumam buscar a resolução de questões familiares para garantir a estabilidade antes de viagens, eventos e outras ocasiões importantes.

    Direito imobiliário

    No Direito imobiliário, podem haver períodos de sazonalidade em épocas como o começo do ano letivo, quando as pessoas estão buscando comprar ou alugar imóveis para começarem a estudar ou trabalhar em outras cidades ou regiões.

    Direito do consumidor

    Também é possível observar sazonalidade em casos relacionados ao direito do consumidor. Na temporada de compras de fim de ano e promoções como a Black Friday, as pessoas podem buscar advogados para tratar questões de defeitos, garantias ou práticas comerciais enganosas.

    Recesso forense

    Durante as festividades de fim de ano, os órgãos do Poder Judiciário não têm expediente. Nesse período, o Poder Judiciário atende somente casos urgentes, funcionando em regime de plantão, e o curso do prazo processual fica suspenso de 20 de dezembro até o dia 20 de janeiro.

    Como advogados autônomos podem lidar com períodos de baixa demanda ou sazonalidade?

    Para os períodos entre as datas que citamos acima, é fundamental que o advogado tenha um bom planejamento financeiro para lidar com a baixa demanda causada pela sazonalidade na advocacia. 

    Confira dicas que te ajudarão no planejamento financeiro desses períodos:

    Defina um orçamento

    Desenvolva um orçamento detalhado, incluindo despesas fixas e variáveis, para ter uma visão mais clara de seus custos. Isso também te ajudará a identificar áreas em que você pode cortar ou realocar recursos na baixa demanda.

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    Busque economizar nos períodos de alta demanda

    Nos períodos de maior receita e atividade, o advogado deve poupar uma parte de seus ganhos e montar uma reserva financeira. Com isso, conseguirá cobrir as despesas nos períodos de baixa demanda e ter segurança financeira.

    Diversifique a base de clientes

    Procure trabalhar com clientes de diferentes setores e áreas para ajudar a ampliar seu leque de opções e equilibrar a variação da sazonalidade.

    Ofereça serviços adicionais

    Considere ampliar seus serviços para áreas complementares do Direito ou oferecer serviços de consultoria. Essas são ótimas formas de atrair novos clientes no período de baixa demanda em sua principal área de atuação.

    Permaneça atualizado quanto às tendências do mercado

    Acompanhe as tendências do mercado para identificar áreas que possam oferecer oportunidades de trabalho na baixa demanda sazonal. Para isso, acompanhe novas regulamentações, tecnologias e o cenário jurídico.

    Invista em marketing jurídico

    Busque manter sua presença ativa na internet nos períodos de baixa demanda. Use as redes sociais e blogs, participe de eventos em seu setor e ofereça descontos para atrair novos clientes.

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    Faça parcerias estratégicas

    Considere estabelecer parcerias com outros profissionais, como contadores e consultores empresariais. Com isso, você poderá expandir sua rede de referências e gerar novos negócios, mesmo durante a baixa demanda.

    Crie um plano de contingência

    Busque antecipar os períodos de baixa demanda e criar um plano de contingência, negociando pagamentos parcelados, buscando projetos de curto prazo, considerando atuar em tempo parcial ou com colaborações temporárias para gerar fluxo de caixa extra.

    Conclusão

    A sazonalidade é uma realidade em qualquer área do mercado, inclusive no Direito. Por isso, é fundamental conhecer as particularidades da área e como elas afetam seu negócio para começar a se planejar e evitar perdas financeiras.

    Cada situação é única. Por isso, busque adaptar essas dicas à sua realidade e às necessidades de seu negócio. Com um planejamento financeiro cuidadoso, você poderá enfrentar os períodos de baixa demanda com mais segurança e poderá manter sua estabilidade financeira.

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