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  • Qual é o papel do Advogado na Perícia do INSS?

    Qual é o papel do Advogado na Perícia do INSS?

    O advogado previdenciário possui uma função muito importante no acompanhamento de seus clientes, antes, durante e após a perícia do INSS.

    Para ter o direito de receber o benefício previdenciário por incapacidade de trabalhar, o cidadão precisa passar por perícia médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Nessa ocasião, um médico habilitado pelo órgão atesta a existência ou condição que incapacita o trabalhador de exercer seu trabalho.

    O advogado previdenciário desempenha um papel estratégico antes, durante e após a perícia médica do INSS, pois, além de analisar as documentações e passar as orientações, o profissional é quem passa segurança e confiança a seu cliente, que está em uma posição vulnerável.

    Neste artigo, vamos falar sobre a importância do seu trabalho como advogado nessas etapas, esclarecendo se é possível acompanhar seus clientes e trazendo dicas de como auxiliá-los.

    O importante papel do advogado previdenciário

    A Previdência é um dos pilares da seguridade social, e cumpre um papel fundamental na proteção dos cidadãos mais vulneráveis por meio de benefícios para situações como:

    • Aposentadoria por idade;
    • Doença;
    • Invalidez;
    • Maternidade;
    • Desemprego.

    Assim, o advogado previdenciário atua como defensor desses direitos. Seu papel é auxiliar os segurados para que entendam seus direitos, e garantir que os benefícios sejam concedidos da maneira que a legislação vigente determina.

    Sua atuação é estratégica para lidar com:

    • A complexidade do sistema previdenciário;
    • Atuar na revisão de benefícios e recursos administrativos;
    • Proteger os dos cidadãos direitos em casos de invalidez e incapacidade.

    O advogado pode acompanhar seu cliente em perícia do INSS?

    Este é um assunto que gera diversas controvérsias. A Resolução nº 2.183, de 2018, do Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu, no parágrafo único de seu 14º art., a presença de assistente técnico não médico durante o ato pericial.

    Porém, seu texto foi revogado pela Resolução CFM nº 2.323, de 2021, que teve o segundo parágrafo do art. 15, que também proibia a presença de assistente técnico não médico, suspenso por determinação judicial nos autos processuais 1066245-58.2021.4.01.3400.

    Além disso, em 2012, o CFM emitiu a Nota Técnica nº 44, que reconhece que, quando o cliente solicitar, o advogado tem o direito, no exercício de sua profissão, de acompanhar seu cliente no ato pericial. Confira um trecho da nota técnica:

    “Pelas razões jurídicas acima expendidas, entendemos que o advogado, no exercício de sua profissão, tem direito assegurado pelo art. 7º, inc. I, III e VI, letras “c” e “d” do EOAB, Lei 8.906/94 de fazer-se  acompanhar  de  seu  cliente,  quando  solicitado, nos exames periciais em âmbito judicial ou administrativo.”

    Em situações posteriores, o órgão emitiu pareceres alegando que o sigilo médico é uma garantia voltada ao paciente, e não ao profissional. Assim, fica a critério do paciente ser acompanhado pelo advogado ou não, desde que este profissional não interfira na atuação do perito.

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    Por essa razão, o acompanhamento do advogado durante o ato pericial é essencial para conferir segurança e tranquilidade ao seu cliente. Em especial quando se trata de pessoas humildes e vulneráveis, que podem não saber como lidar com a perícia.

    Além disso, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou o PL 10670/18, que permite ao segurado da Previdência Social ser acompanhado por uma pessoa de sua confiança durante perícia médica e social do INSS. 

    Por fim, o advogado que pretende acompanhar seu cliente em perícia deve fazê-lo com respeito e prudência, contribuindo com o exame, e não interferindo no mesmo. Caso o perito recuse a presença do advogado, isso deve ser documentado e fundamentado em juízo.

    Como o advogado pode atuar em casos de perícia do INSS?

    Analisando toda a documentação antes da solicitação do benefício

    Para solicitar o benefício do INSS por incapacidade e conseguir obtê-lo, os cidadãos precisam cumprir alguns requisitos exigidos por lei. Assim, o papel do advogado se inicia com a análise dessas condições.

    Em primeiro lugar, o advogado precisa averiguar a qualidade de segurado. Portanto, deve conferir se o trabalhador passou pela filiação automática, tornando-se contribuinte obrigatório por trabalhar como CLT, empregado doméstico, MEI ou contribuinte individual.

    Se não for o caso, deve conferir se o cidadão é um contribuinte facultativo, que decidiu contribuir com o INSS. Nesse caso, a filiação se dá a partir do pagamento da primeira guia de recolhimento. 

    Além disso, o advogado deve conferir se as contribuições realizadas correspondem à carência mínima exigida pelo órgão. Cada benefício possui seu próprio período de carência. O tempo mínimo é de dez meses, e o máximo, de 180 meses. Confira a tabela:

    Por fim, é necessário que o contribuinte comprove a incapacidade temporária ou definitiva. O INSS realiza essa análise por meio da perícia médica.

    Orientando seus clientes

      Os advogados cumprem um papel importantíssimo na orientação de seus clientes a respeito do que esperar da perícia. Também devem adverti-los de que, caso algo não saia como deveria, é necessário relatar o ocorrido para registro, e dependendo da gravidade, para que medidas disciplinares sejam tomadas.

      Para isso, os advogados previdenciários devem ter conhecimento técnico sobre como a perícia deve ocorrer. Portanto, devem saber quais informações que devem constar de forma expressa no laudo pericial.

      Uma forma de se manter informado a respeito do assunto é consultando as normas administrativas editadas pelo próprio INSS, pois os agentes públicos são obrigados a cumpri-las. O Manual Técnico de Perícia Médica Previdenciária é o principal documento a ser consultado.

      Além disso, o advogado deve informar seu cliente sobre os documentos que ele deve levar para a perícia:

      • Documentos que comprovam sua identidade;
      • Documentos médicos, como laudos, exames, Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) e outros;
      • Documentos profissionais, que demonstrem qual é a atividade exercida para que o perito consiga entender melhor a sua incapacidade.

      Passando confiança e segurança sobre seus direitos

        O advogado cumpre o importante papel de tranquilizar seus clientes com a preparação para a perícia médica. Portanto, entre as orientações que podem ser prestadas estão:

        • Cordialidade com os servidores do INSS – A gentileza com os servidores do INSS, que normalmente estão sobrecarregados de tarefas, pode tornar o processo mais simples e tranquilo para todos;
        • Calma e paciência – Seu cliente pode ficar ansioso antes da perícia. Por isso, é importante alertar que ele pode ter que lidar com atrasos, sala de espera cheia, impaciência, etc. Por isso, é importante que seu cliente tenha recursos para passar o tempo;
        • Dizer a verdade – Alerte seu cliente de que mentir não vai te ajudar em nada na perícia. Oriente-o a responder de maneira clara e direta a cada pergunta que o perito fizer;
        • Não exagerar os sintomas – Informe seu cliente que aumentar seus sintomas pode atrapalhar. Faça-o sentir confiante para falar a verdade em sua perícia.

        Oferecendo suporte para qualquer intercorrência

          O advogado é fundamental para auxiliar o trabalhador, que está passando pela difícil etapa de incapacidade para o trabalho. Além disso, muitas vezes, o cliente só procura o advogado após ter seu benefício negado pelo INSS, o que gera uma carga de estresse ainda maior.

          Por isso, esteja disponível e ofereça suporte para qualquer intercorrência de seu cliente, lembrando-o de que ele não está sozinho, e buscando alternativas para resolver sua situação.

          O papel essencial do advogado previdenciário

          Na perícia do INSS, o advogado tem o importante papel de orientar e prestar suporte em todas as etapas que seu cliente precisar. Assim, o advogado pode estar presente no momento da perícia ou não: essa é uma escolha de seu cliente.

          De qualquer forma, deve prestar todo o suporte antes e após a realização da consulta pericial para auxiliar seus clientes a terem seus direitos cumpridos pela Previdência Social brasileira.

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        1. Quanto ganha um Advogado? 7 áreas do Direito melhor Remuneradas

          Quanto ganha um Advogado? 7 áreas do Direito melhor Remuneradas

          A advocacia é, inegavelmente, um campo vasto. É repleto de possibilidades de atuação, remuneração e crescimento profissional. Para o advogado que almeja um planejamento de longo prazo bem-sucedido, é fundamental conhecer as áreas do direito mais lucrativas e, sobretudo, entender os ciclos da jornada profissional. Entender quais são as áreas do direito de maior destaque no mercado permite uma tomada de decisão muito mais estratégica e assertiva.

          Portanto, escolher uma área do Direito não deve ser apenas uma questão de preferência. É, na verdade, uma decisão que impactará todas as fases da sua carreira, desde a Fase Aprendiz (onde se desenvolve a base técnica) até a Fase Consolidada (onde a reputação é mantida).

          O Leque de Possibilidades e as Áreas do Direito

          A carreira no Direito se divide em duas grandes vertentes: a Advocacia (focada na defesa dos interesses de clientes, após a aprovação na OAB) e a Carreira Jurídica (com funções como delegado, juiz, promotor, entre outras). É importante ressaltar que, na iniciativa privada, a remuneração não possui teto salarial exato, o que torna o planejamento estratégico de carreira ainda mais vital para a construção de riqueza e sucesso.

          Além disso, o empreendedorismo se apresenta como uma via altamente vantajosa para o profissional. Entretanto, o advogado que decide abrir seu próprio escritório precisa desenvolver habilidades que vão além do conhecimento legal, como gestão de negócios, marketing e vendas. A habilidade mais crucial, no entanto, é a capacidade de captar clientes. Essa competência define toda a sua estratégia de crescimento em qualquer uma das áreas do direito escolhidas.

          Os principais campos de atuação com mais visibilidade no mercado atualmente incluem:

          • Direito Ambiental;
          • Direito Administrativo;
          • Direito Cível;
          • Direito Comercial;
          • Direito do Consumidor;
          • Direito Digital;
          • Direito Imobiliário;
          • Direito Penal;
          • Direito Trabalhista.

          As áreas do direito mais rentáveis geralmente demandam maior especialização e uma busca contínua por atualização. Isso se alinha perfeitamente com o objetivo de se tornar uma referência e expandir seu mercado. Assim sendo, entender o escopo e as exigências de cada uma dessas áreas do direito é crucial para o seu planejamento profissional.

          As 7 áreas do Direito mais bem Remuneradas

          A seguir, detalhamos as especialidades que oferecem as melhores perspectivas de remuneração e crescimento:

          1. Direito Digital

          Primeiramente, o Direito Digital, por ser a área do direito mais recente e em constante evolução, também é uma das que pagam ótimos salários. O advogado digital lida diretamente com o estudo e a definição de regras jurídicas relacionadas à tecnologia e ao ambiente virtual.

          O principal objetivo é regulamentar as condutas humanas no ambiente online. O profissional atua na orientação e auxílio de empresas em:

          • Compliance (conformidade regulatória);
          • Cibersegurança e proteção de dados;
          • Adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

          O foco é garantir que as empresas atuem em conformidade com as regulamentações de segurança de dados. Por isso, é indispensável manter-se atualizado sobre mudanças legislativas e entender o funcionamento de novas tecnologias no negócio.

          Média salarial segundo o Salário.com.br: R$ 5.719,99 por mês (outubro 2025)

          2. Direito Trabalhista

          O Direito Trabalhista oferece diversas e contínuas oportunidades. Afinal de contas, é muito comum que empresas e sindicatos precisem de representação em disputas relacionadas à legislação do trabalho.

          Nessa área do direito, o profissional pode atuar em questões individuais, coletivas, sindicais e também nas relacionadas à previdência social.

          O grande volume de processos na área, somado aos altos custos de indenizações e multas, são fatores que geram excelentes ganhos. Para se destacar e se manter competitivo, o advogado trabalhista precisa se manter rigorosamente atualizado quanto às mudanças na legislação.

          Média salarial segundo o Glassdoor: de R$ 3 mil a R$ 6 mil por mês (outubro 2025)

          3. Direito Imobiliário

          Quem atua com Direito Imobiliário lida com toda a sorte de contratos e disputas entre proprietários e inquilinos. Em outras palavras, o setor exige profissionais altamente preparados para lidar com questões jurídicas de alto valor patrimonial.

          O especialista intermedia relações entre indivíduos, órgãos públicos e propriedades imobiliárias, abrangendo compra, venda, posse, troca e doação.

          Em grandes centros urbanos, a demanda é extremamente alta. O advogado imobiliário é vital para garantir a segurança jurídica dessas operações, o que abre excelentes oportunidades para a captação de novos clientes.

          Média salarial segundo o Glassdoor: de R$ 4 mil a R$ 8 mil por mês (outubro 2025)

          4. Direito Ambiental

          O advogado ambiental lida diretamente com as regulamentações relacionadas à preservação e manutenção do meio ambiente. Desse modo, atuar nessa área do direito promissora pode significar trabalhar tanto no setor privado (consultoria e compliance ambiental) quanto no público.

          O principal foco é buscar alternativas sustentáveis para manter a operação de diferentes modelos de negócio em conformidade com a lei. O profissional deve ter profundo conhecimento sobre o meio ambiente e a legislação, além de ser engajado na causa. Afinal, isso contribui para a construção de uma marca pessoal forte, especialmente em um mercado cada vez mais consciente.

          Média salarial segundo o Salario.com.br: de R$ 6.941,21 (outubro 2025)

          5. Direito Tributário

          O advogado tributarista trata de princípios e normas referentes à arrecadação de taxas e impostos. Além disso, ele cuida das obrigações tributárias e das atribuições de diversos órgãos fiscalizadores.

          Uma de suas funções cruciais é defender pessoas físicas e jurídicas contribuintes diante de possíveis equívocos no recolhimento de tributos.

          Sua função é fundamental para os negócios. Este profissional defende o patrimônio dos empreendedores e evita cobranças abusivas, direcionando o processo fiscal das organizações, da apuração dos tributos à resolução de conflitos e defesa judicial. De fato, exige gestão de alto nível para a manutenção de grandes clientes corporativos.

          Média salarial segundo o Glassdoor: de R$ 4 mil a R$ 7 mil por mês (outubro 2025)

          6. Direito Empresarial

          Quem atua com o Direito Empresarial lida com os aspectos jurídicos dos negócios. O profissional protege os interesses comerciais de sociedades e empresários.

          O advogado empresarial auxilia em questões de abertura e fechamento de estabelecimentos, elaboração de contratos, estatutos sociais, processos de falência e registro de marcas e patentes. Ele pode atuar em todas as etapas de criação de uma empresa, em processos de recuperação judicial ou como consultor estratégico.

          Além do conhecimento aprofundado na legislação, são necessários conhecimentos de administração de empresas e gestão de negócios. Essas habilidades são essenciais para o advogado que busca profissionalizar o escritório.

          Média salarial segundo o Glassdoor: de R$ 5 mil a R$ 8 mil por mês (outubro 2025)

          7. Direito da Propriedade Intelectual

          Por fim, esta área do direito é regida por leis específicas que garantem que os criadores ou responsáveis por produções intelectuais sejam recompensados por suas criações.

          Essa produção intelectual pode ser artística, literária, industrial ou científica. O advogado auxilia na proteção dessas obras por meio de direitos autorais, patentes e registros, permitindo que os criadores utilizem, divulguem e comercializem seus bens.

          Este é um setor bastante consolidado no Brasil, oferecendo diversas possibilidades de atuação. É uma área chave para advogados, pois permite a expansão para novos nichos e a manutenção da reputação ao proteger ativos valiosos.

          Média salarial segundo o Salário.com.br: R$ 6.941,21/mês (outubro 2025)

          Os Desafios Comuns em todas as Áreas do Direito

          Independentemente da área do direito escolhida e da fase da carreira, alguns desafios permanecem constantes, exigindo um planejamento estratégico contínuo e resiliência profissional:

          1. Reputação e Imagem Pessoal (O Produto Principal)

          A imagem e a reputação do advogado são os seus maiores ativos em todos os ciclos da carreira. Portanto, zelar por ela é uma atividade proativa e constante.

          Primeiramente, o foco está em desenvolver a postura profissional e a flexibilidade para lidar com todos os clientes, parceiros, concorrentes e outros perfis envolvidos, formando a base da futura reputação profissional. Mais tarde, o desafio se transforma na manutenção dessa reputação e na solidificação dos relacionamentos já estabelecidos. A satisfação dos clientes, pode tanto potencializar quanto danificar severamente a marca do escritório no mercado.

          2. Tomada de Decisão Estratégica e Adaptação

          O advogado é o único responsável pela sua própria carreira. Por isso, ele precisa constantemente tomar decisões cruciais visando seu crescimento e a adaptação contínua ao mercado.

          Por exemplo, na primeira fase da sua carreira, é preciso decidir: ser advogado contratado, visando uma futura sociedade, ou empreender, assumindo integralmente a gestão do negócio. Ambas as escolhas exigem, primariamente, aprimorar a habilidade de captação de clientes.

          Posteriormente, as decisões se voltam essencialmente à gestão, como delegar responsabilidades, profissionalizar o escritório e definir o modelo de advocacia mais rentável. Ao fim, o desafio é ainda maior, exigindo uma autoavaliação sincera para incorporar novas realidades do mercado e manter a liderança, evitando a temida estagnação.

          3. Gestão Financeira e Equilíbrio

          A morosidade da justiça e a imprevisibilidade de renda são obstáculos constantes em todas as fases, para o advogado iniciante ao consolidado. Consequentemente, a estruturação de uma organização financeira robusta é vital, visto que os processos podem levar meses ou anos para serem concluídos e os honorários serem, de fato, recebidos.

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          A carreira no Direito é repleta de aprendizados e desafios que se transformam ao longo do tempo. O sucesso de um profissional, desde o desenvolvimento da capacidade técnica inicial até a gestão de um grande escritório, depende de fortes habilidades que vão muito além do conhecimento legal.

          Lidar com pessoas, gerenciar o escritório, administrar a imagem e construir uma reputação sólida são exigências que demandam um advogado proativo e estratégico. No entanto, a questão mais importante para a sustentabilidade da carreira é o equilíbrio financeiro.

          A imprevisibilidade de renda, comum em todas as áreas do direito, demanda do profissional uma gestão financeira impecável e de longo prazo!

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          FAQ: Perguntas Frequentes Sobre as Áreas do Direito e Carreira

          Quais são as áreas do direito mais bem remuneradas atualmente?

          As áreas do direito que atualmente oferecem as melhores remunerações e oportunidades de crescimento no Brasil são: Direito Digital, Direito Tributário, Direito Empresarial, Direito Imobiliário e Direito da Propriedade Intelectual. Essas áreas geralmente exigem alta especialização e lidam com questões estratégicas e de alto valor para empresas e grandes patrimônios.

          Qual é a importância de entender os ciclos de carreira do advogado?

          É fundamental para o planejamento de longo prazo. A carreira do advogado passa por diversas fases, como  aprendiz, iniciante, em expansão, consolidado e em constante adaptação. Entender esses ciclos permite que o advogado desenvolva as habilidades certas em cada etapa (como postura na fase aprendiz e gestão na fase de expansão) e se prepare para os desafios futuros, como a adaptação às mudanças de mercado.

          Qual a principal habilidade que um advogado iniciante deve desenvolver?

          A principal habilidade que um advogado iniciante deve desenvolver é a capacidade de captação de clientes. Essa competência é crucial para definir a estratégia de carreira, seja para buscar uma sociedade em um escritório (destacando-se na produção e clientes) ou para sustentar o próprio negócio (empreendedorismo).

          Quais são os desafios permanentes na carreira jurídica, independentemente da área de atuação?

          Três desafios são comuns a todas as áreas do direito:

          1. Manutenção da Reputação e Imagem Pessoal: A imagem do advogado é seu maior ativo e deve ser zelada em todos os ciclos.
          2. Tomada de Decisão Estratégica: A necessidade constante de tomar decisões cruciais sobre especialização, empreendedorismo e gestão.
          3. Gestão Financeira: Lidar com a morosidade do sistema judicial e a imprevisibilidade de renda, o que exige uma organização financeira impecável.

          O advogado empreendedor precisa ter quais conhecimentos além do Direito?

          O advogado que opta por abrir seu próprio escritório (empreender) precisa, além do conhecimento jurídico aprofundado, ter habilidades em:

          • Gestão de Negócios (administração do escritório);
          • Marketing e Vendas (para captação de clientes);
          • Recursos Humanos (gestão de equipe). A fase de empreendedorismo exige uma mentalidade que equilibra a excelência técnica com a eficiência empresarial.

        2. Vantagens da antecipação do valor da condenação do cliente

          Vantagens da antecipação do valor da condenação do cliente

          A antecipação de créditos judiciais é uma ótima alternativa tanto para advogados, que podem adiantar seus honorários, como para clientes, que podem adiantar o valor da condenação.

          A antecipação de créditos judiciais é uma ótima alternativa para advogados e seus clientes, que possuem ações em andamento, mas não querem aguardar seu encerramento ou continuar arcando com seus custos.

          Isso porque, conforme o relatório Justiça em Números 2023, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o tempo médio do acervo de conhecimento em instâncias originárias ou recursais do Poder Judiciário foi de 3 anos e 1 mês e, descontados os períodos de suspensão/sobrestamento, o tempo de tramitação foi de 2 anos e 7 meses.

          Assim, quem entra com uma ação na Justiça precisa esperar todo esse tempo para ter acesso ao valor de sua indenização. Além disso, o advogado precisa aguardar a liberação dos valores de seu cliente para poder receber seus honorários.

          A boa notícia é que não é preciso aguardar o fim do processo para receber os valores: é possível antecipar seus créditos judiciais e ter o dinheiro quando você precisa e para usar como quiser.

          Por esse motivo, no texto de hoje, vamos falar sobre um tipo específico de antecipação: a antecipação do valor da condenação. Descubra como funciona e por que ela é benéfica para advogado e cliente! Vamos lá?

          Como funciona um processo judicial?

          O primeiro passo para compreender bem a antecipação de créditos judiciais é entender como funciona uma ação judicial. Assim, você poderá entender se seu caso se encaixa nos requisitos da cessão de crédito.

          A ação judicial é o instrumento que os cidadãos têm para fazer valer seus direitos quando estes são desrespeitados por terceiros. Esses terceiros podem ser pessoas físicas, prestadores de serviços, lojas ou outras empresas.

          Em geral, os processos judiciais são divididos nas seguintes etapas:

          1. Petição inicial

          Esse documento apresenta os fatos que levaram ao processo judicial. Nele, devem conter os direitos violados e o pedido principal que será feito ao juiz. Este pode ser uma indenização, uma ação que o terceiro deve realizar ou deixar de fazer ou outros.

          1. Citação

          Neste momento, a parte processada, também chamada de réu, é informada a respeito do processo. Além disso, é intimada a comparecer em uma audiência de conciliação. O objetivo é tentar realizar um acordo ou iniciar sua defesa.

          1. Réplica

          Momento da resposta que o autor do processo pode oferecer contra os argumentos apresentados pelo réu.

          1. Fase probatória

          Este é um dos momentos mais importantes do processo judicial. É quando as partes provam suas versões dos fatos por meio de testemunhas, documentos ou mesmo de perícias.

          1. Sentença

          Após as partes apresentarem suas provas, o juiz analisa o processo e profere uma sentença, ou seja, sua decisão final. Se a parte vencida ficar insatisfeita, pode apresentar recurso de apelação com o intuito de reverter a sentença.

          1. Cumprimento da sentença

          Após o cumprimento de todas as etapas anteriores, a decisão final do juiz deve ser obedecida. Ou seja, a parte perdedora deve pagar sua dívida ou realizar as ações determinadas em juízo.

          O que é “valor da condenação”?

          Valor da condenação é o nome dado ao montante imposto ou definido pelo juiz em sua sentença. É importante saber que este não é o valor final que a parte perdedora deve pagar: o montante permanece sujeito à atualização monetária e acréscimo de juros.

          O artigo 509 do Código de Processo Civil 2015 (CPC – Lei nº 13.105) determina que:

          “Art. 509. Quando a sentença condenar ao pagamento de quantia ilíquida, proceder-se-á à sua liquidação, a requerimento do credor ou do devedor:

          I – por arbitramento, quando determinado pela sentença, convencionado pelas partes ou exigido pela natureza do objeto da liquidação;

          II – pelo procedimento comum, quando houver necessidade de alegar e provar fato novo.”

          Dessa maneira, o valor da condenação são os créditos judiciais, ou valores que o autor da ação deverá receber em sua conclusão, se ganhar o processo. Esse crédito judicial pode ser negociado para que seu titular possa ter acesso aos valores quando e como preferir.

          Por que antecipar créditos judiciais?

          Como já vimos, os processos judiciais costumam levar anos para chegar até sua conclusão. Segundo dados do relatório Justiça em Números, a fase de execução da sentença pode levar até quatro anos.

          Assim, mesmo que o juiz emita uma decisão favorável, quem tem direito aos créditos precisa continuar aguardando. Da mesma forma, o advogado precisa aguardar até quatro anos para receber seus honorários.

          Nesse contexto, a antecipação de créditos judiciais se mostra como uma alternativa muito benéfica tanto para quem quer evitar o desgaste e gastos causados pelos processos judiciais quanto para quem enxerga nesse cenário uma oportunidade.

          Por isso, o mercado de antecipação de créditos judiciais está crescendo cada dia mais no Brasil. A JusCash é um exemplo de empresa confiável e segura que facilita o recebimento dos valores devidos tanto para advogados quanto para seus clientes antes mesmo da conclusão de seus processos.

          Antes de solicitar a antecipação, é necessário avaliar com a empresa quais tipos de créditos são aceitos por ela. Por exemplo, aqui na JusCash, é possível antecipar o valor da condenação de pagamentos expedidos em RPVs e alvarás quando a parte devedora é um ente público ou uma empresa privada com liquidez.

          Além disso, as ações nas esferas cível, trabalhista e previdenciária devem estar na fase de cumprimento de sentença. Para a antecipação, é cobrado um deságio justo e personalizado às características de seu caso.

          Assim, em poucos dias, você pode ter acesso ao seu dinheiro para utilizar da maneira que quiser e quando quiser. Após a cessão dos créditos, é a JusCash quem assume os riscos do processo em seu lugar.

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          Vantagens da antecipação do valor da condenação do cliente

          Para o vencedor da ação judicial

          As principais vantagens de vender um crédito judicial são:

          • A possibilidade de receber os valores que seriam pagos apenas no fim do processo quando e para o que você precisar;
          • Cessão de crédito realizada por meio de contrato e com garantia de recebimento;
          • Pagamento realizado em até 24 horas após a assinatura do contrato e os trâmites da cessão;
          • O risco do processo é transferido para a empresa que compra os créditos;
          • Possibilidade de realizar viagens, adquirir bens, pagar suas contas e o que mais você quiser, sem precisar justificar o uso do dinheiro, como em casos de empréstimos.

          Antecipação de créditos judiciais ou empréstimo bancário: O que é melhor?

          Para os advogados

          1. Deságio mais atrativo

          Quando advogado e cliente decidem fazer a antecipação de créditos judiciais, o valor do deságio pode ficar mais atrativo. Isso porque os valores antecipados irão aumentar e o valor do deságio ficará mais benéfico.

          1. Uma preocupação a menos

          Com a antecipação de créditos, o advogado garante que seu cliente está recebendo os valores a que tem direito. Assim, com uma preocupação a menos, pode se dedicar à captação de clientes e a novos processos.

          1. Vantagem competitiva para o advogado

          Oferecer a possibilidade de antecipação dos valores da condenação aos seus clientes é uma vantagem competitiva para os advogados. Com isso, o advogado se mostra atento às necessidades do cliente tornando possível que ele acesse os valores a que tem direito em menos tempo.

          Por fim, cliente satisfeito com seus valores antecipados, indica o seu advogado para o seu círculo de amigos e familiares.

          4. Ganhe tempo para novos projetos e ações

          Ao antecipar tanto os honorários quanto os valores de condenação devidos aos clientes, o advogado libera tempo e recursos para focar em novos projetos e ações. Essa dupla antecipação (para advogados e clientes) não só acelera o encerramento de processos longos e complexos, como também alivia a carga mental, permitindo que o advogado se concentre em oportunidades mais promissoras e inovadoras.

          Com menos pendências em sua agenda, é possível dedicar-se a iniciativas estratégicas que impulsionam o crescimento do escritório.

            Conclusão

            A antecipação do valor da condenação é uma grande vantagem para a parte vencedora em um processo, que não precisa ficar aguardando meses e até anos após chegar na etapa de execução da ação para ter acesso aos valores a que tem direito.

            Porém, é fundamental realizar esse processo por meio de empresas idôneas e confiáveis, como a JusCash. Somos especialistas em análises jurídicas e trazemos as melhores opções para a antecipação de créditos judiciais, tendo atendido mais de 500 advogados!

            Envie seu processo para análise gratuita hoje mesmo!

          1. Antecipe honorários em ações contra o INSS e o Estado

            Antecipe honorários em ações contra o INSS e o Estado

            Está atuando em ações contra o INSS e o Estado? Saiba que as suas chances de conseguir antecipar seus honorários são ainda maiores!

            As ações contra o INSS e o Estado são cada vez mais comuns. Isso porque o número de pedidos de benefícios previdenciários negados só aumenta. Assim, os cidadãos precisam recorrer ao Poder Judiciário para garantir seus direitos. 

            Além disso, as mudanças nas legislações e a demora na análise dos pedidos fazem com que os números de casos cresça progressivamente. Para o advogado previdenciarista, isso significa mais clientes e mais chances de antecipar honorários e manter uma vida financeira saudável.

            Diante desse cenário, neste artigo falaremos sobre como funciona um processo judicial contra o INSS e o Estado, as fases, principais motivos de judicialização e como funciona a antecipação de créditos nesses casos.

            Como funcionam as ações contra o INSS?

            O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é o órgão que realiza o controle dos benefícios da Previdência Social brasileira. Quando o órgão nega o benefício, é necessário recorrer à justiça para ter acesso ao seu direito.

            Assim, o advogado previdenciário apresenta todas as informações, provas e documentos que comprovem que seu cliente tem direito ao benefício. Com isso, o juiz recebe o processo e notifica o INSS para que ele possa apresentar uma defesa, e as etapas do processo começam a acontecer.

            O INSS também pode apresentar uma proposta de acordo para encerrar o processo e já começar a pagar o benefício devido. Porém, não é comum que isso aconteça. 

            Fases do processo judicial contra o INSS

            Quando um cidadão solicita o benefício ao INSS e tem seu pedido negado, pode entrar com recurso no próprio INSS. Mas, caso o pedido seja negado após o recurso, é possível iniciar o processo judicial contra o INSS. As etapas e prazos das fases do processo são as seguintes:

            • Petição inicial para dar entrada do processo – Aproximadamente 30 dias;
            • Notificação para o INSS responder ao processo – Até 60 dias;
            • Contestação do INSS contra o processo – Até 120 dias;
            • Réplica contra a contestação – Até 20 dias;
            • Perícia ou audiência – De 30 a 180 dias;
            • Contestação da perícia – 30 dias;
            • Depoimento de testemunhas – Aproximadamente 90 dias;
            • Razões finais – 45 dias;
            • Sentença – De 3 a 6 meses.

            Quanto tempo demora um processo judicial contra o INSS?

            Diante desses prazos, podemos verificar que um processo judicial contra o INSS pode durar entre 11 meses e 2 anos, sem considerar o tempo do pedido administrativo. Porém, em média, os processos duram cerca de 18 meses.

            Entretanto, esses prazos podem variar conforme a região, Estado e complexidade do processo. Isso porque existem alguns casos que exigem perícias e outros detalhes que podem atrasar o andamento do processo.

            Por fim, mesmo diante de uma sentença favorável, o INSS pode entrar com recurso junto aos tribunais superiores, o que faz com que o processo demore ainda mais. É muito comum que o INSS tome esse tipo de ação.

            Nesse contexto, o advogado previdenciário, que prestou seus serviços com toda dedicação e qualidade aos seus clientes, pode ter que esperar meses ou anos para ter acesso aos honorários aos quais tem direito. A antecipação é a solução ideal para evitar esse problema.

            Principais motivos de ações contra o INSS

            1. Benefício negado

            Quando o cidadão cumpre todos os requisitos exigidos por lei, mas ainda assim tem seu benefício negado, pode entrar com um processo judicial para reverter a decisão e obter o benefício ao qual tem direito.

            Para isso, primeiro é necessário entrar com recurso administrativo no próprio INSS para contestar a decisão. Caso haja uma segunda negativa, é possível recorrer à ação judicial para obter uma análise mais detalhada do caso, inclusive com a análise de um perito, se for necessário. Esse é um dos cenários mais comuns de ações contra o INSS.

            2. Revisão do valor do benefício

            Quando o cidadão recebe um benefício do INSS, mas acredita que seu valor está abaixo do devido, pode abrir um processo judicial e solicitar a revisão do benefício.

            3. Ações do INSS que prejudicam o cidadão

            Quando o cidadão se sente prejudicado por ações do INSS, como erros no cálculo, suspensão ou corte do benefício de maneira injusta, pode contestar essas ações por meio de processos judiciais.

            4. Demora excessiva na análise do pedido

            Quando o cidadão precisa aguardar por muito tempo uma resposta do INSS e isso gera prejuízos ou dificuldades financeiras, pode entrar com uma ação judicial para tentar agilizar a análise do pedido.

            Assim, a Justiça Federal interfere para que o INSS faça a análise imediata do pedido. Esse tipo de processo é bastante comum, já que o órgão demora muito para realizar as análises e não é raro que negue os benefícios sem apresentar motivos justos.

            5. Erros na concessão do benefício

            Se o cidadão identificar erros na concessão do benefício, também pode buscar ajuda por via judicial para corrigi-los e garantir o recebimento correto do benefício.

            6. Mudanças na legislação previdenciária

            Por fim, a legislação previdenciária está em constante mudança. Assim, se alguma alteração resultar em prejuízos ao cidadão, como a redução no valor do benefício ou a restrição de direitos adquiridos, é possível contestar a alteração por meio de ação judicial para preservar os direitos.

            Leia também: O que é benefício previdenciário e quais são os tipos?

            Antecipação de créditos judiciais de ações contra o INSS ou Estado

            A antecipação de créditos judiciais é a solução ideal para driblar a demora e a burocracia que envolvem ações contra o INSS ou Estado. Nesse tipo de ação, o advogado tem ainda mais chance de obter a aprovação na antecipação.

            Isso porque, ao solicitar a antecipação, são analisados fatores como:

            • Parte devedora;
            • Valor total do processo;
            • Valor dos honorários, etc. 

            E, nesse cenário, o INSS e o Estado são os melhores réus, pois os pagamentos são previsíveis e garantidos. Assim, os advogados previdenciaristas e aqueles que têm causas contra o Estado ou órgãos públicos têm grande chance de aprovação para antecipar. 

            Passo a passo para a antecipação de honorários de ações contra o INSS ou Estado

            Você não precisa mais ficar esperando por meses e até anos para ter acesso aos honorários a que tem direito em ações contra o INSS ou Estado! Antecipe seus honorários com a JusCash e tenha seu dinheiro quando precisar para usar como quiser.

            Solicitar a antecipação de honorários com a JusCash é muito simples. Confira:

            1. Envie os dados do processo;
            2. Aguarde a análise gratuita do processo realizada pelos especialistas da JusCash;
            3. Após a aprovação, cliente e JusCash assinam o contrato;
            4. A cessão de créditos é registrada no processo judicial;
            5. A JusCash deposita os valores em até 24h após os trâmites de cessão!

            Mas atenção: o processo deve estar na fase de cumprimento de sentença!

            Envie seu processo contra o INSS ou Estado para análise gratuita da JusCash agora mesmo!

            Não espere anos: receba seus honorários de forma antecipada

            A espera pelos honorários em ações contra o INSS e o Estado pode ser longa, mas isso não precisa ser um problema para o advogado previdenciarista. Com a antecipação de honorários, é possível transformar meses ou anos de espera em acesso rápido aos valores que já são seus por direito.

            Além de garantir sua segurança financeira, a antecipação permite que você organize melhor seu fluxo de caixa e continue atendendo seus clientes com tranquilidade e dedicação, transformando o tempo de espera em tempo de produtividade.

          2. Deságio na antecipação de recebíveis: saiba tudo sobre o assunto

            Deságio na antecipação de recebíveis: saiba tudo sobre o assunto

            Deságio é o nome dado ao desconto que é cobrado sobre o valor total de seu crédito judicial para que você possa ter acesso ao seu dinheiro com rapidez e segurança.

            O deságio é uma parte muito comum e importante das negociações de antecipação de créditos judiciais. O deságio na antecipação de recebíveis pode ocorrer tanto na venda desses valores para empresas como no acordo direto entre o titular e o ente público devedor.

            Essa espécie de taxa é descontada do valor total para cobrir os custos que o comprador pode ter com incertezas e riscos que envolvem essa transação de longo prazo. Porém, diferente da taxa de juros, cobra-se o valor cheio do deságio apenas uma vez.

            Para realizar a antecipação de recebíveis de forma que seja realmente vantajosa, é necessário entender bem sobre isso. Por isso, a JusCash preparou um conteúdo especial para tirar todas as suas dúvidas. Confira!

            O que é deságio?

            Deságio é a diferença entre o valor real e o valor nominal de um ativo em uma operação financeira. Enquanto o valor nominal é o valor total de um ativo, o valor real é aquele pelo qual o ativo está sendo negociado.

            Esses são termos técnicos que estão envolvidos em operações como investimentos e antecipação de recebíveis. Na antecipação de recebíveis, você vende o crédito com um desconto percentual sobre o valor total — esse desconto é o deságio.

            Vamos a um exemplo:

            Assim, você paga o valor do deságio de uma só vez, sem precisar incluir uma nova parcela no seu orçamento.

            O valor do deságio depende da negociação de desconto realizada entre o portador do título de crédito judicial e o comprador.

            Qual a diferença entre ágio e deságio?

            O mercado financeiro utiliza os termos ágio e deságio para representar situações opostas.

            • O ágio é o aumento de um ativo em relação ao seu preço inicial;
            • Já o deságio é o desconto de um certo valor sobre o preço inicial de um ativo.

            Quando o deságio se apresenta?

            Na economia

            O deságio é bastante comum na negociação de bens como veículos, imóveis e smartphones. Além disso, em leilões, é comum que os organizadores negociem diversos produtos apreendidos em lotes, por valores mais baixos do que os praticados no comércio, ou seja, com deságio.

            Quando instituições financeiras oferecem descontos para pagamentos antecipados, o deságio também entra em ação. Logo, quem consegue quitar sua dívida com antecedência tem menos custos do que quem espera até o fim do prazo.

            Nos investimentos

            Nos investimentos, o deságio se manifesta em situações em que é possível comprar ativos por valores abaixo do que os comumente praticados no mercado. Essa é uma estratégia para que o investidor possa se beneficiar com o potencial de valorização.

            Além disso, no caso de rendimentos de renda fixa prefixados, a rentabilidade só é garantida se a aplicação for resgatada na data de vencimento. Isso porque o rendimento varia conforme o comportamento da curva de juros.

            Dessa forma, o preço de venda na antecipação do resgate pode ter incidência de deságio e ser menor do que o preço da compra. Porém, se o valor for superior, o título será vendido com ágio e poderá pagar mais lucros.

            Na antecipação de recebíveis

            No deságio de antecipação de recebíveis, a lógica é a mesma da negociação de títulos. Nesse tipo de acordo direto, o comprador aplica o deságio para compensar a antecipação do pagamento que o ente público faria futuramente.

            Assim, o portador do título recebe um valor inferior ao valor nominal de seu título como uma maneira de compensar o pagamento antes da data prevista. Para o cálculo do deságio, a antecipação de recebíveis com empresas especializadas considera:

            • A natureza do título;
            • O valor nominal do crédito;
            • Quem é o devedor;
            • A fase processual;
            • O Tribunal em que o processo tramita.

            Como funciona o cálculo do deságio na venda de créditos judiciais?

            Não existe um padrão para determinar o cálculo do deságio de antecipação de recebíveis. Cada negociação tem como base diferentes critérios, como mencionamos no tópico acima.

            Porém, as empresas que adquirem esse tipo de título realizam o cálculo com base nos dados particulares e na análise da estabilidade financeira da empresa ou ente público que deverá fazer o pagamento.

            Cada caso possui suas próprias características. Por isso, aqui na JusCash, por exemplo, nós solicitamos todos os dados de seu processo para enviar uma proposta personalizada para o seu caso.

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            Qual o impacto do deságio na antecipação de créditos judiciais?

            Apesar do desconto no valor total, a antecipação de recebíveis é uma alternativa muito vantajosa para o titular do crédito. Isso porque é possível receber o pagamento em até 24 horas após os trâmites da cessão. A JusCash, por exemplo, trabalha com esse prazo.

            Além disso, a antecipação de recebíveis permite que você acesse crédito sem pagar juros elevados ou se endividar. Também não é necessário justificar ou comprovar a finalidade do dinheiro.

            Você pode fazer o que quiser com os valores, sem precisar aguardar anos para ter acesso a valores que já são seus por direito.

            Vale a pena antecipar? A resposta é sim!

            O deságio é uma prática bastante comum no mercado financeiro e representa a diferença entre o valor nominal e o valor real de uma transação. Ele pode ser aplicado tanto em investimentos, como na aquisição de bens e na antecipação de recebíveis.

            Apesar do deságio, a antecipação de recebíveis é uma opção extremamente vantajosa para quem tem créditos judiciais a receber. Isso porque pode ter acesso aos valores quando precisa, sem a incidência de elevadas taxas de juros e sem risco de endividamento.

            Na JusCash, você pode fazer a antecipação de recebíveis com uma empresa séria e segura, que pratica um deságio justo e personalizado.

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