Autor: Equipe JusCash

  • Existem empresas que compram créditos judiciais?

    Existem empresas que compram créditos judiciais?

    Empresas que compram créditos judiciais são a solução ideal para quem precisa ter acesso rápido ao dinheiro de um processo. Porém, é fundamental escolher instituições sérias e confiáveis para essa operação.

    A morosidade do sistema judiciário brasileiro é um problema com o qual advogados e clientes precisam lidar. Prova disso é que os processos passam, em média, três anos e seis meses em tramitação no Brasil.

    Uma alternativa para driblar esse problema é a compra e venda de créditos judiciais. Existem diversas empresas especializadas em trazer mais liquidez aos clientes que possuem valores pendentes na justiça.

    Esse tipo de serviço ainda é pouco conhecido aqui no Brasil, mas vem se popularizando nos últimos anos. A Pandemia do COVID é uma das responsáveis por isso, afinal, a crise levou à suspensão de prazos processuais. Dessa forma, os recebimentos, que já ocorriam lentamente, passaram a levar ainda mais tempo para se concretizar.

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    Assim, cada vez mais profissionais passaram a contar com a venda de créditos judiciais para terem acesso aos seus honorários.

    Mas, para que esse seja um negócio bem-sucedido, é importante entender como essas empresas funcionam e alguns cuidados antes de fechar negócio. Confira essas e outras informações neste artigo!

    O que é a cessão de crédito judicial?

    Se você possui um valor a receber pela conclusão de um processo na Justiça, então você possui um crédito judicial. Em termos jurídicos, é quando há uma sentença sem prazo para recurso, que confere à pessoa um valor a ser recebido – ou seja, um crédito judicial.

    Assim, o vencedor de uma causa na Justiça tem a opção de vender parte ou a totalidade dos seus créditos judiciais a um terceiro. Esse processo é conhecido como cessão de crédito judicial e é amparado pelo Código Civil Brasileiro.

    Para quem quer vender crédito judicial, essa é a forma mais prática de antecipar o recebimento do valor. Para quem compra o crédito judicial, a transação é como um investimento financeiro, já que o valor rende juros e correção monetária.

    Empresas que compram créditos judiciais

    A cessão de créditos judiciais pode ser feita tanto pelo cliente quanto pelo advogado e é regulada a partir do artigo nº 286 do Código Civil. Ou seja, esse tipo de procedimento está totalmente de acordo com a legislação.

    Para essa transação, é preciso haver um instrumento de cessão de créditos e formalizar a substituição do processo perante o juiz do caso. Assim, o novo credor receberá o valor do processo, e não quem moveu a ação.

    Existem empresas, como a JusCash, que são especializadas na compra de créditos judiciais. Confira os pré-requisitos desse tipo de transação na JusCash:

    • O processo deve estar na fase de execução de sentença, sem prazo em aberto para impugnação/recurso acerca do cálculo, para que não haja nenhuma alteração nos valores;
    • O devedor dos créditos deve ser uma Pessoa Jurídica.

    Se seu processo se enquadra nessas características, solicite uma análise agora mesmo!

    Cuidados ao escolher a empresa de compra de créditos judiciais

    Embora esse tipo de operação seja autorizada pelo Código Civil, é muito importante ter certeza de que a negociação está sendo feita com uma empresa séria. Caso contrário, as partes podem acabar caindo em golpes ou entrar em uma negociação nada vantajosa.

    Por isso, antes de escolher a empresa de intermediação de créditos, faça muitas pesquisas. Peça a opinião de pessoas que já usaram esse serviço, veja o depoimento de pessoas em sites como o Reclame Aqui e pesquise o CNPJ da empresa na Receita Federal e nos mecanismos de busca para saber se ela é verdadeira e se há processos contra ela.

    Passo a passo para a cessão de créditos judiciais

    Cada empresa tem seu próprio processo para compra de créditos judiciais. Abaixo, explicamos o passo a passo da cessão de créditos com a JusCash e explicamos cada uma das etapas, confira:

    Envio do processo

    O primeiro passo é o advogado enviar os dados da ação. Assim, teremos todas as informações necessárias para o segundo passo.

    Análise do processo

    A equipe jurídica da JusCash fará a análise do processo e enviará a proposta de antecipação em até cinco dias úteis. Esse passo é importante para analisarmos a viabilidade de negociação e outras informações.

    Proposta e aceite

    Processo analisado e pré-requisitos atendidos, faremos a proposta para o cliente. Assim que aceita, inicia-se o próximo passo.

    Registro da cessão

    O contrato de cessão de crédito deve ser assinado e protocolado na ação, para que a cessão seja formalizada. Isso garante que todo o processo de cessão está acontecendo dentro da lei.

    Depósito dos honorários

    Após esses trâmites, o valor do acordo é depositado na conta do solicitante em até 24 horas após o fim das negociações da cessão. Antecipar honorários é prático, transparente e te dá acesso rápido a um dinheiro que você receberia apenas em meses ou anos!

    Antecipação de Honorários e créditos judiciais de forma rápida e fácil

    Por que fazer a cessão de créditos judiciais? 

    Pagar dívidas 

    Um negócio sustentável precisa manter sua atenção à saúde financeira. O dinheiro obtido na cessão de créditos pode ajudar a pagar dívidas e ter um fluxo de caixa mais saudável. 

    Montar seu capital de giro 

    Imprevistos sempre podem acontecer. O capital de giro é o que vai ajudar seu negócio a se manter em atividade no caso de dificuldade financeira ou de uma baixa nas receitas, por exemplo, durante o recesso forense. 

    Investir no escritório

    Para crescer seu negócio, é preciso investir. A cessão de créditos pode te ajudar a  adquirir novos equipamentos, trocar de sede, renovar a adesão a softwares e outros, possibilitando novos negócios.

    Venda rápida e segura: conte com a JusCash

    A cessão de créditos judiciais é uma ótima alternativa para quem tem valores a receber em um processo, mas precisa esperar pelo pagamento. Também é uma ótima alternativa para o advogado que precisa manter sua vida financeira em dia e não pode ficar esperando pela liberação de valores das ações de seus clientes.

    Porém, esse processo deve ser feito por meio de empresas sérias e seguras, como a JusCash. Por isso, convidamos você a conferir o depoimento de um dos nossos clientes e entender na prática como nossas soluções podem ajudar a descomplicar a sua vida financeira. Conte com a gente!

    Envie seu processo agora mesmo e descubra como a JusCash pode ajudar a manter sua vida financeira equilibrada!

  • Inteligência Artificial na Advocacia: Oportunidades, Desafios e Tendências

    Inteligência Artificial na Advocacia: Oportunidades, Desafios e Tendências

    A inteligência artificial na advocacia já não é uma promessa futura, é uma realidade que vem transformando a rotina de advogados e escritórios jurídicos. Essa tecnologia agiliza tarefas repetitivas, reduz erros e libera tempo para que os profissionais foquem em atividades estratégicas e no relacionamento com os clientes.

    Além disso, com o uso da inteligência artificial, é possível prever litígios, resumir processos extensos e automatizar etapas burocráticas que consomem tempo, mas não agregam valor ao core da profissão. E o melhor é que você não precisa, necessariamente, contratar uma ferramenta altamente complexa ou montar uma equipe para desenvolver uma IA exclusiva para o seu escritório. Pelo contrário, recursos acessíveis, como o ChatGPT, já podem ser usados para revisar documentos e auxiliar em tarefas do dia a dia.

    Neste artigo, você vai entender o que é inteligência artificial na advocacia, como ela está moldando o setor jurídico, quais são os principais benefícios e desafios, além das tendências que prometem impactar o futuro da profissão.

    Como funciona a Inteligência Artificial na Advocacia

    De forma geral, a inteligência artificial na advocacia é o uso de tecnologias como aprendizado de máquina, análise de dados e redes neurais para automatizar e otimizar tarefas do dia a dia jurídico.

    No setor jurídico, ela já é utilizada para:

    • Automação de petições e documentos padrão, ajustando detalhes automaticamente;
    • Análise de jurisprudência e precedentes, economizando horas de pesquisa;
    • Gestão de prazos e contratos, com alertas e lembretes automáticos;
    • Atendimento ao cliente, via chatbots e assistentes virtuais;
    • Coleta e análise de dados para decisões estratégicas mais precisas.

    Importante destacar que a IA não substitui o advogado, ela atua como um apoio estratégico para tornar a rotina mais ágil e eficiente.

    Aumento de Produtividade e Redução de Riscos

    Uma das maiores vantagens da inteligência artificial na advocacia é o aumento da produtividade. Com isso, atividades como triagem de casos, atendimento inicial e revisão de documentos passam a ser resolvidas em segundos, liberando tempo para que o advogado foque no que realmente importa.

    Além disso, a IA reduz erros operacionais ao revisar petições e detectar inconsistências. Isso evita retrabalho, economiza tempo e aumenta a qualidade das entregas. Segue um exemplo prático, um advogado iniciante pode ter uma petição revisada pela IA antes de protocolá-la, evitando erros básicos que poderiam comprometer o caso.

    Para quem busca a melhor tecnologia de IA para advogados, o Which.doc9 é uma solução completa. Desenvolvido para brainstorm jurídico, o Which.doc9 vai além de uma simples busca: ele permite consultar processos, jurisprudências e doutrinas com inteligência, agilidade e padronização. 

    A produtividade não se resume à gestão de tarefas, mas também passa pelo fluxo de caixa do escritório. Escritórios que utilizam soluções financeiras, como a antecipação de honorários advocatícios, conseguem manter a operação estável mesmo quando os processos demoram anos para serem pagos. Com o caixa em dia e o apoio da IA, os advogados podem investir em tecnologia, marketing e crescimento de forma estratégica.

    Ética e Responsabilidade no Uso da Inteligência Artificial

    Embora a inteligência artificial na advocacia traga ganhos expressivos, seu uso exige atenção e ética. A legislação ainda está evoluindo para regulamentar a tecnologia, por isso é papel do advogado garantir a confidencialidade dos dados e o uso responsável das informações.

    Além disso, certas atividades continuam sendo exclusivas do profissional humano: interpretação sensível da lei, atendimento pessoal ao cliente e tomada de decisão estratégica. O uso indiscriminado da IA pode impessoalizar o serviço e comprometer a experiência do cliente.

    https://www.youtube.com/shorts/xWYWwKvj474

    O Papel do Advogado em um Cenário Automatizado

    Mesmo com o avanço da tecnologia, o advogado é a peça central no uso da inteligência artificial na advocacia. Cabe ao profissional supervisionar as decisões tomadas pela IA, definir o que pode ser automatizado e preservar a pessoalidade no atendimento.

    Escritórios que dependem exclusivamente de máquinas podem oferecer soluções engessadas e perder o toque humano que gera confiança e fidelização. O equilíbrio entre tecnologia e sensibilidade humana é o diferencial para uma advocacia de excelência.

    Tendências para o Futuro da IA

    O futuro da IA reserva um papel ainda mais importante na advocacia. Entre as principais tendências estão:

    • IA generativa, que cria minutas e modelos de petição sob medida;
    • Tribunais digitais, com audiências e despachos virtuais para agilizar processos;
    • Decisões baseadas em dados, usando análise preditiva para aumentar as chances de sucesso;
    • Assistentes virtuais inteligentes, que auxiliam em pesquisas jurídicas, traduções e gestão de prazos.

    Essas inovações prometem tornar os escritórios de advocacia mais ágeis, competitivos e focados no cliente.

    A inteligência artificial na advocacia é uma ferramenta poderosa para quem quer ganhar eficiência, reduzir custos e entregar serviços jurídicos de qualidade superior. Ela não substitui o advogado, mas potencializa sua atuação ao eliminar tarefas repetitivas e fornecer dados estratégicos para decisões mais assertivas.

    Advogados e escritórios que adotarem essa tecnologia de forma inteligente, e que também cuidarem do seu fluxo de caixa, terão um diferencial competitivo e estarão mais preparados para os desafios do futuro. É aqui que soluções como a JusCash, especialista em antecipação de honorários advocatícios, fazem a diferença.

  • Cessão de Honorários Advocatícios: Como Funciona e Quando vale a pena?

    Cessão de Honorários Advocatícios: Como Funciona e Quando vale a pena?

    A cessão de honorários advocatícios é uma solução inteligente e cada vez mais relevante para advogados e escritórios que buscam liquidez financeira em um cenário jurídico brasileiro frequentemente marcado pela morosidade.

    Com a impressionante marca de aproximadamente 83 milhões de processos em tramitação na justiça no final de 2023, a demora na finalização das ações é uma realidade que afeta diretamente não apenas os reclamantes, mas também a saúde financeira dos profissionais do direito. A longo prazo, essa burocracia pode se tornar um obstáculo significativo para o desenvolvimento e a sustentabilidade de qualquer negócio jurídico.

    Para contornar o desafio do fluxo de caixa, a antecipação de valores é estratégica. A cessão de honorários advocatícios permite que advogados e escritórios acessem recursos de forma ágil. Assim, não precisam aguardar o desfecho de processos que podem levar anos.

    O que é e Como Funciona a Cessão de Honorários Advocatícios?

    A cessão de honorários advocatícios ocorre quando um advogado ou escritório transfere o direito de receber os honorários de um processo a um terceiro, chamado cessionário. Essa prática, aliás, amparada pelo Código Civil brasileiro e também conhecida como cessão de créditos, funciona de forma similar a uma antecipação de valores.

    O objetivo é simples: o cessionário adianta o valor dos honorários ao advogado, mediante um deságio acordado entre as partes. Dessa forma, o profissional recebe o montante antes mesmo da conclusão do processo. Quando a tramitação judicial finaliza, o cessionário recebe a quantia de volta, lucrando com a operação

    Assim como em qualquer transação financeira, a cessão de honorários advocatícios exige um contrato detalhado. Esse documento é, portanto, crucial para proteger os direitos e deveres tanto do advogado quanto do cessionário.

    O contrato de cessão de crédito deve especificar todos os termos da negociação, incluindo a origem do crédito, o valor total do crédito no processo, a quantia antecipada ao cedente (advogado), a forma de pagamento e outros dados essenciais. Dessa forma, a transparência e a segurança são garantidas por meio de um acordo bem elaborado, assegurando o pagamento tanto para o terceiro quanto para o advogado.

    Vantagens Estratégias da Cessão de Honorários Advocatícios

    Além de entender o funcionamento, é fundamental conhecer os benefícios. Ao optar de forma estratégica pela cessão de honorários advocatícios, advogados autônomos e escritórios de advocacia garantem uma série de vantagens competitivas e operacionais que podem transformar a gestão financeira e impulsionar o crescimento do negócio:

    • Liquidez Imediata: O dinheiro referente ao processo em tramitação entra no caixa rapidamente, eliminando a preocupação com a morosidade da justiça brasileira.
    • Organização do Fluxo de Caixa: Com os valores antecipados, o escritório consegue planejar suas finanças de forma mais eficiente. Afinal, não depende do tempo de tramitação dos processos.
    • Reinvestimento Estratégico: Com o capital em mãos, o advogado pode reinvestir no próprio escritório, em aprimoramento profissional (cursos, pós-graduações) ou na melhoria contínua dos serviços.
    • Redução de Incertezas Financeiras: A antecipação dos honorários minimiza a preocupação com as contas do escritório e a sustentabilidade do negócio, proporcionando maior tranquilidade financeira.

    Quando vale a pena optar pela Cessão de Honorários?

    A cessão de honorários advocatícios é uma excelente alternativa quando o escritório ou advogado busca crescimento e estabilidade financeira. De fato, ela se torna vantajosa em situações como:

    • Expansão do Negócio: Para ampliar o escritório, adquirir novos equipamentos ou investir em estrutura.
    • Aprimoramento Profissional: Para custear cursos importantes, especializações ou pós-graduações que impulsionem a carreira.
    • Quitação de Dívidas: Para quitar valores negativos e reajustar o fluxo de caixa, garantindo a saúde financeira do negócio a curto prazo.

    É fundamental destacar que a cessão de crédito dos honorários tem maior probabilidade de sucesso quando o processo judicial está em fases mais avançadas. Por exemplo, após o Cumprimento de Sentença. Isso garante mais segurança ao cessionário sobre o crédito. Consequentemente, o processo de antecipação se torna mais simples e rápido, com melhores condições para o advogado.

    Além disso, em comparação com um empréstimo bancário tradicional, a cessão de honorários advocatícios se destaca positivamente. Empréstimos convencionais frequentemente envolvem juros altíssimos que podem comprometer a saúde financeira do escritório a longo prazo, enquanto a cessão oferece uma alternativa com custos mais controlados e transparentes.

    A cessão de honorários advocatícios pode ser uma ferramenta poderosa para advogados autônomos e escritórios que buscam otimizar seu fluxo de caixa e garantir a saúde financeira do negócio. Afinal, a capacidade de antecipar valores, aliada à liquidez e à possibilidade de reinvestimento, oferece uma vantagem competitiva significativa no mercado jurídico.

    Lembre-se sempre de avaliar cuidadosamente os cessionários antes de fechar qualquer acordo, garantindo uma parceria segura e benéfica. A antecipação de seus honorários não só proporciona tranquilidade financeira, mas também permite que você invista no crescimento do seu escritório e na sua própria capacitação.

    Quer saber como antecipar ou ceder seus honorários com segurança? Fale com a JusCash.

  • Erros comuns no marketing jurídico e como evitá-los

    Erros comuns no marketing jurídico e como evitá-los

    O marketing jurídico é uma prática em crescimento entre os profissionais da área, que visa construir a imagem e a reputação dos escritórios e dos advogados no mercado. 

    O método é uma ótima aposta para advogados iniciantes ou autônomos, que buscam visibilidade do seu trabalho e credibilidade na área. Por meio da divulgação nas redes e em outros canais é possível conquistar novos clientes e ‘cair no gosto’ dos usuários.

    Todavia, na hora de investir no marketing jurídico é importante tomar cuidados, como desrespeito à OAB, uso inadequado das redes sociais, entre outros.

    A seguir, entenda os erros que podem acabar com o marketing jurídico do seu escritório e como evitá-los na estratégia de crescimento do seu negócio. 

    O que é marketing jurídico e quais as suas regras?

    O marketing jurídico é uma prática de divulgação do profissional, com a finalidade de promovê-lo nas redes e em outros canais. Para isso, o advogado pode apostar em mídias como Instagram, TikTok ou métodos convencionais como outdoors, panfletos, entre outros.

    No mercado, existe uma diferença entre o marketing jurídico e o marketing convencional. A estratégia voltada para o jurídico foca apenas em uma área e está muito conectada aos métodos digitais, enquanto a opção tradicional é aplicada em qualquer segmento e não restringe canais de atuação.

    Contudo, os profissionais jurídicos precisam se atentar ao Provimento nº 205/2021. Essa diretriz regulamenta o uso de estratégias de marketing jurídico e de qualquer publicidade advocatícia. 

    Algumas regras do Provimento nº 205/2021 são:

    • A publicidade deve ser discreta e focada na informação;
    • É proibido a oferta de serviços de forma insistente ou por meio de intermediários;
    • Todas as informações precisam ser verdadeiras e comprováveis.

    5 erros comuns no marketing jurídico

    Na hora de aplicar o marketing jurídico na rotina do escritório, alguns erros comuns podem minar a estratégia, como:

    1. Não ter um posicionamento claro

    Na hora de fazer a divulgação nas redes sociais ou em canais mais tradicionais, o advogado precisa criar uma identidade visual própria e notável. Evite publicações genéricas e que fujam da sua área de atuação, sempre mostrando personalidade e pessoalidade.

    1. Não seguir as diretrizes da OAB

    Existe na legislação brasileira regulamentações para o uso do marketing jurídico. Por isso, antes de fazer qualquer propaganda e publicidade, verifique as normas estabelecidas no Provimento nº 205/2021 e tenha certeza de que não está infringindo nenhuma lei.

    O uso do Google Ads para impulsionar panfletos do serviço jurídico vai contra as leis brasileiras. Mas o advogado pode, por exemplo, apenas divulgar uma publicação informativa e colocar uma CTA com o contato do escritório. 

    1. Criar conteúdo sem estratégia

    Na hora de divulgar materiais na internet, o advogado precisa ter em mente uma estratégia. Publicar sem finalidade, apenas com a intenção de estar presente nas redes, é uma medida vazia e sem retornos para o marketing jurídico. 

    Crie materiais importantes, relevantes e que não firam o Código de Ética dos advogados. O lead precisa se sentir cativado, com conteúdos ricos e importantes, para se tornar um cliente no futuro.

    1. Não investir em um site profissional

    Além das redes sociais, a criação de um site pode ser a chave para a credibilidade do advogado. Invista no desenvolvimento de uma página bem elaborada, que mostre cases de sucesso, história do profissional ou escritório e todos os contatos como telefone, e-mail, redes sociais e afins.

    1. Uso inadequado das redes sociais

    Por último, as redes sociais são o braço direito dos profissionais nos dias de hoje. Mas os advogados precisam tomar cuidado para não compartilhar conteúdos inadequados para a sua imagem, como também fazer publicações que fogem do seu perfil de atuação.

    Use mídias como Instagram, Facebook e TikTok para publicar materiais ricos, com informações pertinentes para os clientes. É possível entrar nas trends em alta, mas sempre tomando cuidado para seguir as diretrizes da legislação brasileira. 

    O propósito das redes sociais é ganhar visibilidade e até mesmo novos clientes, mas sem gerar publicidade mercantilista. 

    Conclusão

    O marketing jurídico é fundamental para escritórios e profissionais que buscam crescer no mercado. Mas como existem muitas estratégias e poucos direcionamentos, é importante que os advogados se atentem aos erros mais comuns.

    Evite publicar materiais que firam a comunidade advocatícia e até mesmo as normas da OAB. Faça conteúdos que atendam ao seu público-alvo e que sejam pertinentes aos usuários. Invista em uma boa estratégia de marketing de conteúdo para ganhar credibilidade e visibilidade no mercado.

    Com isso, seu negócio já está fora dos principais problemas causados pelo marketing jurídico e terá apenas os benefícios dessa estratégia.

    Se você curtiu o assunto e quer saber sobre o mundo jurídico, continue no Blog da JusCash!

  • Como fidelizar clientes na advocacia?

    Como fidelizar clientes na advocacia?

    Advogados independentes vivem de captação no mercado. Isso porque os clientes podem surgir a qualquer momento e em qualquer lugar, sendo importante saber boas estratégias que os fazem se interessar pelo serviço jurídico.

    Mas para além da captação, é importante aprender também como fidelizar clientes na advocacia. Mesmo que o profissional consiga um lead, de nada vale se não houver confiança por parte do contratante no contratado, sendo importante enxergar o advogado como uma referência na área.

    A seguir, entenda as melhores formas para fidelizar clientes na advocacia. Aprenda também erros que podem prejudicar a fidelização e como não cometê-los ao longo da carreira.

    Como funciona a fidelização na advocacia?

    A fidelização de clientes na advocacia funciona como ferramenta de alavanca para o escritório jurídico. Isso porque, mesmo que os profissionais consigam clientes ao longo do seu funcionamento, é importante colocá-los como referência para os contratantes.

    O cliente fidelizado é aquele que enxerga o advogado como profissional de ponta, que pode suprir as suas necessidades jurídicas quando necessário. Mas se o consumidor não retoma o contato com o advogado no futuro, pode significar falta de confiança e não-fidelização.

    Mas por que a fidelização é importante? Simples! Se não houver retenção de cliente no escritório ou na atuação autônoma, o negócio pode falir. A irregularidade na contratação e na entrada de caixa não é um bom cenário principalmente para advogados independentes.

    Boas práticas para fidelizar clientes na advocacia

    Para profissionais autônomos e escritórios jurídicos que buscam fidelizar clientes na advocacia, veja abaixo boas práticas que podem ajudar nessa missão:

    1. Atendimento humanizado e personalizado

    O primeiro passo para conquistar o lead é por meio do atendimento humanizado. Mesmo que exista um chatbot como suporte para comunicação, é importante singularizar o contato com o cliente e entender qual a dor dessa pessoa interessada.

    Evite mensagens automáticas genéricas, que nem mesmo usem o nome da pessoa. Faça contatos via ligação quando necessário, mostrando que se importa com o problema do cliente. Invista no retorno rápido e conciso.

    1. Transparência e alinhamento de expectativas

    O mundo jurídico é bastante complexo até mesmo para os profissionais da área. Por isso, é importante que os advogados sejam transparentes e acessíveis quanto às informações do processo, mostrando os detalhes do andamento e alinhando expectativas sobre o serviço.

    1. Comunicação eficiente e constante

    A comunicação pode ser a chave para fidelizar clientes na advocacia. Portanto, advogados devem manter contato com os contratantes sempre que necessário (e respeitando as normas da OAB), para que haja uma relação de confiança no serviço.

    O uso de canais digitais como WhatsApp, por exemplo, pode ser uma boa escolha.

    1. Pós-atendimento

    Ao encerrar o serviço, inicia-se outro desafio: a prospecção para novos serviços. Para isso, é importante que o advogado invista em estratégias de pós-atendimento, como a criação de documentos educativos, publicações interessantes nas redes sociais, entre outros.

    É fundamental que o advogado ‘apareça’ para o seu cliente. Abastecer mídias é uma ótima aposta.

    1. Construção de autoridade e credibilidade

    Por fim, quando o advogado autônomo ou escritório investe nos tópicos acima, automaticamente se vê uma construção de autoridade no mercado. Isso é importantíssimo pois influencia na credibilidade do profissional e nas recomendações espontâneas, trazendo novos leads e fidelizando esse cliente.

    Erros que prejudicam a fidelização de clientes na advocacia

    Com as boas práticas bem esclarecidas, o advogado deve também se preocupar com erros que prejudicam a fidelização de clientes. Alguns deles são:

    • Falta de clareza na comunicação, de maneira que deixe o cliente sem entender como está o andamento do serviço e outros tópicos importantes;
    • Atendimento lento e demorado, de forma que não cavite o cliente e faça-o procurar por outro advogado no mercado;
    • Comunicação fria e impessoal, de maneira que desinteresse pelo caso do cliente e distanciamento do serviço executado.

    Conclusão

    No fim das contas, as melhores práticas para fidelizar clientes na advocacia convergem para o mesmo lugar: a comunicação

    Para advogados autônomos e escritórios, o investimento no atendimento é crucial para o crescimento e fidelização no mercado. Apostem na comunicação humanizada, com proximidade e profissionalismo. Esse pequeno detalhe pode aumentar a credibilidade no mercado e gerar mais leads no futuro.

    Se você curtiu o assunto e quer saber mais sobre advocacia, continue no Blog da JusCash!