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  • Advocacia Dativa: como acontece a nomeação e principais desafios

    Advocacia Dativa: como acontece a nomeação e principais desafios

    Atuar em prol dos mais vulneráveis é uma forma de contribuir para o bem-estar social. Mas, será que essa atuação é sempre vantajosa? Descubra neste texto!

    O Brasil é um país de dimensões continentais. Quando se trata da organização judiciária e da Defensoria Pública, essa característica representa um enorme desafio: democratizar o acesso à justiça, mesmo nos locais mais remotos e carentes.

    Nesse sentido, ainda é comum que, em algumas cidades, não existam defensores públicos para oferecer suporte e auxílio aos interesses da população mais vulnerável. Para garantir uma representação profissional e justa nesses casos, a figura do advogado dativo, ou defensor dativo, foi criada.

    O papel desse profissional é auxiliar diretamente a administração da justiça. Isso é feito por meio da prestação da defesa necessária para que nenhum cidadão seja julgado sem um representante para auxiliá-lo e defendê-lo.

    Existem diversas regras e peculiaridades envolvidas no processo de nomeação de um advogado dativo. Neste conteúdo, você irá conhecê-las, descobrir se vale a pena atuar como advogado dativo e conhecer ferramentas para tornar essa prática mais leve. Confira!

    O que é um advogado ou defensor dativo?

    Diferente do advogado constituído, o advogado dativo é nomeado pelo juiz para atuar na defesa de pessoas hipossuficientes, ou que não possuem capacidade financeira para arcar com os custos de acesso à justiça, sem prejudicar seu sustento.

    A nomeação ocorre quando não existe um membro da defensoria pública disponível na comarca. O intuito é assegurar a todos os cidadãos os direitos estabelecidos na Constituição Federal brasileira.

    Apesar de o profissional ser nomeado pelo estado para atuar na defesa de alguém, essa atuação não significa que o profissional:

    • Possa ser enquadrado como Defensor Público;
    • Seja colocado como membro da Defensoria;
    • Possui vínculo empregatício com o Estado.

    O papel do advogado dativo é prestar todos os serviços da advocacia constituída ou da defensoria pública. Ou seja:

    • Acompanhar os processos;
    • Elaborar a defesa;
    • Prestar assessoria e consultoria jurídica, etc.

    Nos processos penais, o advogado dativo é nomeado para representar o acusado e criar uma estratégia de defesa. Desse modo, sua atuação garante que o acusado seja julgado sem ter nenhum direito desrespeitado.

    Como acontece a nomeação de advogado dativo?

    O processo de cadastro e nomeação de advogados dativos é regulado pela Lei nº 1.060 e pela Resolução nº 558 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

    Essas normas determinam que os advogados interessados em atuar como dativos devem realizar um cadastro junto à Defensoria Pública ou à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Esses órgãos são responsáveis por fornecer ao juízo uma lista de advogados aptos a atuar nesse tipo de serviço.

    Quando houver um processo no qual haja um cidadão hipossuficiente, o juiz competente irá escolher um dos advogados cadastrados. A nomeação pode ser feita por sorteio ou indicação do próprio advogado, que deve comprovar sua habilitação para atuar no caso.

    Requisitos para se tornar um advogado dativo

    Não há uma regra que determine o caminho para se tornar um advogado dativo. Cada estado determina suas próprias regras. Por isso, é essencial consultar as regras e regulamentos locais.

    Há casos no qual a OAB elabora um edital de convocação dos interessados em prestar serviços dativos. Assim, a OAB coloca a lista à disposição dos magistrados para a nomeação dos profissionais quando for necessário. Em outros, o próprio tribunal desenvolve o edital de convocação dos interessados. 

    Na prática, o mais comum é que os advogados presentes nos fóruns representando outros clientes sejam convidados a assistir às pessoas hipossuficientes. Também é comum que os defensores apresentem seu interesse diretamente ao juiz.

    No entanto, existem alguns requisitos gerais para a nomeação de um advogado dativo, que incluem:

    Graduação em Direito

    Para se candidatar a atuar como advogado dativo, é necessário ter concluído um curso de graduação em Direito e obtido o diploma de bacharel em Direito.

    Aprovação no exame da Ordem

    Em muitas jurisdições, também é necessário que o candidato tenha sido aprovado no exame da OAB, que avalia seu conhecimento a respeito das leis e procedimentos legais.

    Registro na OAB

    O advogado dativo deve ser registrado na ordem, associação de advogados local ou entidade reguladora da advocacia. Para isso, é necessário pagar taxas e cumprir requisitos adicionais, como a verificação do histórico criminal e moral.

    Quanto ganha um advogado dativo?

    Diferente da advocacia constituída, não cabe ao cliente pagar pelos serviços prestados, já que ele está em situação de hipossuficiência. 

    Em alguns casos, o Estado fica responsável pelo pagamento dos honorários ao profissional, já que é quem realiza a convocação do advogado dativo. Em outros casos, há apenas o pagamento dos honorários sucumbenciais, pagos pela parte perdedora em um processo. 

    Em tese, o pagamento deve seguir a tabela estabelecida pela OAB local. Porém, em alguns estados existe uma tabela dativa, com valor diferenciado do praticado na advocacia constituída. 

    Desafios da advocacia dativa

    Você deve estar se perguntando se vale a pena atuar como advogado dativo. Como em diversas situações, a resposta a essa pergunta é: depende. 

    Por um lado, a atuação como advogado dativo é uma maneira de contribuir com a sociedade e auxiliar pessoas que não possuem condições financeiras para pagar um advogado. Por outro lado, esse tipo de atuação envolve uma série de problemas e desafios.

    Falta de fixação dos honorários

    A Lei determina que o advogado dativo terá os honorários pagos pelo estado, conforme a tabela da OAB. Porém, em alguns casos, o juiz não fixa honorários ao final, e é necessário fazer um requerimento para a fixação dos mesmos.

    Os advogados dativos devem receber os devidos honorários pelo trabalho realizado, para que possam exercer sua profissão com dignidade e sustentabilidade. Porém, para isso, podem ter que enfrentar burocracias, o que gera um desgaste.

    Obrigação de prestação de assistência

    Além disso, o artigo 264 do Código de Processo Penal (Decreto-Lei nº 3.689) determina que:

    “ Art. 264.  Salvo motivo relevante, os advogados e solicitadores serão obrigados, sob pena de multa de cem a quinhentos mil-réis, a prestar seu patrocínio aos acusados, quando nomeados pelo Juiz.”

    Isso obriga os advogados a prestarem assistência aos acusados, quando nomeados pelo juiz. 

    A recusa injustificada em prestar esse tipo de assistência jurídica é considerada infração disciplinar pela OAB. Contudo, essa obrigação imposta aos advogados pode ser uma violação da liberdade profissional. 

    Potenciais clientes podem recorrer à advocacia dativa

    A nomeação indiscriminada de advogados dativos tem o potencial de gerar uma distorção no mercado. Isso porque muitos clientes potenciais podem deixar de contratar advogados particulares por acreditar que terão dativos nomeados, de qualquer maneira. 

    Para não prejudicar o exercício da advocacia, a nomeação de advogados dativos deve ocorrer apenas em casos excepcionais, que atendam a critérios bem definidos e com limitações.

    Como receber seus honorários dativos

    A advocacia dativa envolve diversos desafios, em especial quando há a desvalorização dos honorários. Isso pode gerar a desmotivação dos advogados dativos, bem como a precarização dos serviços prestados, o que compromete a qualidade da assistência jurídica gratuita e, consequentemente, o acesso à justiça.

    A falta de condições adequadas e recursos para o exercício da advocacia dativa pode gerar uma sobrecarga de trabalho para esses profissionais. Isso compromete sua capacidade de prestar serviços de qualidade à população vulnerável.

    Outro desafio comum dos advogados dativos é entender os trâmites processuais para receber os valores que faz jus. O processo para pagamento dos honorários dativos pode variar bastante de estado para estado, portanto, o primeiro passo é conferir junto a seccional da OAB do seu estado se os honorários dativos podem ser pagos pela via administrativa.

    Caso os honorários dativos não sejam pagos administrativamente, será necessário ajuizar uma Ação de Execução. Confira abaixo como proceder para garantir acesso aos seus honorários dativos:

    1º Verifique junto a OAB do seu Estado se pode requerer os valores pela via administrativa;

    2º Caso não seja possível administrativamente, será necessário ajuizar uma Ação de Execução em face do Estado ou da União;

    3º Quando no processo houver a concordância do Executado, com os valores requeridos, você poderá verificar a possibilidade de antecipação com a JusCash.

    É possível juntar várias certidões de honorários dativos em um único processo de execução, assim você poderá preenche um dos requisitos é que o valor total do processo seja acima de R$1.000,00.

    Além disso, outro requisito para antecipar com a JusCash é que não tenha ocorrido decurso de prazo do réu para se manifestar, caso o Estado ou União seja revel, será necessário enviar 2 casos análogos onde ocorreu a mesma situação e que o valor foi recebido.

    Antecipação de honorários: uma ferramenta estratégica para  tornar a advocacia dativa mais leve

    Uma forma de manter a motivação e driblar as dificuldades da advocacia dativa é por meio da antecipação de honorários. Além de toda a dificuldade de receber uma remuneração justa, ainda ter que ficar meses esperando pelo pagamento pode ser extremamente desgastante.

    Assim, a antecipação de honorários referentes à advocacia dativa é uma maneira de ter acesso rápido à remuneração à qual o advogado tem direito devido aos serviços prestados ao estado.

    Aqui, na JusCash, o advogado dativo pode antecipar seus honorários de maneira rápida, segura e com um deságio justo. Se você tem honorários a receber, envie seu processo para análise e tenha seu dinheiro quando precisar!

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    Perguntas frequentes sobre a advocacia dativa

    O que é um advogado dativo?

    Advogado dativo é o profissional nomeado pelo juiz para a defesa de pessoas hipossuficientes. Ou seja, aquelas que não têm capacidade financeira de arcar com os custos do acesso à justiça e manter seu sustento.

    Como ser um advogado dativo?

    O juiz escolhe os advogados dativos para representar pessoas vulneráveis por meio de listas de profissionais fornecidas pela OAB local, por editais ou convocando advogados presentes no fórum.

    Advogado dativo pode antecipar honorários?

    Sim, é possível antecipar honorários relativos à advocacia dativa. Em empresas sérias e seguras, como a JusCash, em até 24 horas após os trâmites de cessão, o advogado recebe os valores a que tem direito.

    Conclusão

    A advocacia dativa é uma ferramenta muito importante para a promoção do acesso à justiça e para a proteção dos direitos básicos das pessoas mais vulneráveis. Porém, é fundamental valorizar o trabalho e os honorários do advogado dativo, para garantir a qualidade dos serviços.

    Uma ferramenta essencial para a valorização desses profissionais é a antecipação de honorários. Por meio dela, não é necessário ficar aguardando meses para ter acesso à remuneração devida. O advogado dativo pode ter os valores a que tem direito sempre que precisar.

    Antecipe seus honorários da advocacia dativa com a JusCash!

  • 7 Dicas para aproveitar o Recesso Forense

    7 Dicas para aproveitar o Recesso Forense

    No recesso judiciário, você, advogado, pode aproveitar para começar seu planejamento, descansar e cuidar de sua saúde. Mas, para isso, é necessário se organizar, inclusive financeiramente.

    Fim de ano é sinônimo de recesso forense. Seja para descansar, estudar ou se organizar para o próximo ano, o desejado recesso do judiciário pode ser muito proveitoso. Mas, para isso, é necessário se organizar, em todos os aspectos.

    O recesso forense é a suspensão do expediente Judiciário devido às festividades de fim de ano. A pausa ocorre entre  20 de dezembro e 06 de janeiro – período no qual o Poder Judiciário só atende a casos urgentes, em regime de plantão. 

    Como o advogado pode aproveitar esse período para se organizar e tirar os planos do papel? É sobre isso que iremos falar neste artigo. Continue essa leitura e confira todas as nossas dicas!

    O que é o recesso forense?

    O recesso forense é o período em que o expediente no Judiciário fica suspenso, o que inclui a suspensão de prazos também. De acordo com a Lei nº 5.010/66, é o período entre 20 de dezembro e 6 de janeiro.

    O recesso vale para órgãos municipais, estaduais e federais. Após o dia 6, os órgãos retomam o expediente. Apesar disso, os prazos permanecem suspensos até o dia 20 de janeiro. 

    Dicas para aproveitar o recesso forense

    1. Auto avaliação profissional do ano que passou

    Na vida pessoal, o fim do ano é a época de olhar para trás e analisar tudo o que aconteceu. Que tal aproveitar o recesso judiciário 2023 para fazer o mesmo? Separe os projetos e tudo o que foi feito no escritório para analisar:

    • O que deu certo;
    • O que deu errado;
    • O que pode ser melhorado;
    • Riscos;
    • Potencialidades, etc.

    Este é um ótimo exercício de aprendizado para toda a equipe, e será muito útil no planejamento para o próximo ano.

    2. Colocar a casa em ordem

    A organização de seu escritório pode acabar ficando de lado ao longo do ano, devido às demandas. Porém, o recesso forense é o momento propício para essa organização. 

    Aproveite para organizar o ambiente de trabalho, fazer a manutenção dos aparelhos e softwares, organizar pastas e dados dos clientes e outras atividades que te ajudarão a desempenhar melhor suas atividades rotineiras.

    3. Planejamento para o novo ano

    O recesso forense é o momento ideal para iniciar o planejamento estratégico para o próximo ano. Por meio dele, você pode decidir quais atividades farão parte do dia a dia de seu escritório e, principalmente, quais resultados pretende obter no ano que está por vir.

    Esse também é o momento de avaliar os investimentos que serão feitos, a divisão de funções e outras metas. 

    4.Colocar leituras e estudos em dia 

    Esse também é um ótimo período para se dedicar a leituras que irão incrementar sua prática advocatícia e a gestão de seu escritório. Existem diversos livros de desenvolvimento pessoal e profissional que você pode ler para ampliar seu repertório. Confira algumas dicas:

    Como fazer amigos e influenciar pessoas – Dale Carnegie

    Este livro é um guia sobre networking, relações humanas e liderança. Ele aborda técnicas a respeito de como lidar com pessoas, influenciá-las e mudá-las sem causar ofensas ou ressentimentos. 

    O dilema da inovação – Clayton M. Christensen

    Christensen é professor da escola de negócios de Harvard, e neste livro, traz ótimos insights para a gestão de empresas e pensamento inovador. A obra parte da premissa de que fazer tudo certo não é suficiente para manter a competitividade de uma empresa.

    Isso por causa das mudanças disruptivas do mercado. Com base nisso, o autor dá dicas de como se portar e se diferenciar no contexto instável da tecnologia.

    Memórias do Cárcere – Graciliano Ramos

    Nesta obra, Graciliano Ramos relata sua experiência ao ser enviado para a prisão de forma arbitrária, em 1935, durante o Estado Novo. A obra ajuda a refletir sobre como alguém que não tem uma sentença definida ou acusação formal pode passar por três presídios ao longo de dois anos.

    Estudos

    Você também pode aproveitar o recesso forense para aprender algo novo: um curso focado em suas habilidades profissionais, um novo hobby ou um curso de gestão de pessoas ou para seu negócio. 

    5. Cuidar da sua saúde

    Com a quantidade de tarefas rotineiras, nem sempre sobra tempo para cuidar de si mesmo. Por isso, que tal aproveitar o recesso forense com saúde e sem deixar o lazer de lado? Confira algumas dicas de como fazer isso:

    Realizar exames de rotina

    Que tal aproveitar o descanso para marcar aquela consulta e exames que você não teve tempo durante o ano? Aproveitar os dias de folga para agendar o check-up é ideal, porque você pode ir ao médico sem pressa e sem se preocupar em voltar logo para o trabalho.

    Além disso, você pode aproveitar e já realizar os exames em seguida da consulta, sem deixar para depois e correr o risco de não fazê-los. Além disso, nesse período as clínicas costumam estar mais vazias.

    Orientação nutricional

    As férias podem ser um ótimo momento para recorrer à orientação nutricional e entender como comer melhor, mesmo com uma rotina tão puxada. Usar sua folga para buscar uma orientação nutricional correta certamente te fará muito bem durante todo o ano que está por vir.

    Atualização de sua carteira de vacina

    A manutenção de suas vacinas também é muito importante para manter sua saúde em dia! Por isso, que tal aproveitar para ir a um posto de saúde para atualizar sua carteira? Você certamente terá mais segurança e saúde para aproveitar o ano!

    Realizar atividades físicas

    Não consegue praticar atividades físicas devido à correria da rotina? Então aproveite o recesso forense para começar a incluir esse tipo de prática em sua rotina! Pule corda, faça flexões e outros exercícios de baixa complexidade. 

    Também aproveite que você está em uma rotina tranquila e comece a criar o hábito de beber a quantidade de água ideal para o seu organismo. Quando você voltar à rotina, verá como será mais fácil manter esse hábito.

    6. Planejar a produção de marketing do próximo ano

    Muitos advogados não conseguem produzir conteúdo para divulgar seu trabalho ao longo do ano, e acabam deixando a publicidade na advocacia de lado. Porém, você pode aproveitar o recesso forense para dedicar um tempo a isso.

    Comece criando um plano de marketing, que prevê a produção de conteúdos de acordo com sua rotina. Em seguida, busque produzir alguns conteúdos para já começar com alguns materiais prontos e facilitar sua produção ao longo do ano.

    7. Descansar 

    Por último e mais importante: o recesso forense é uma conquista para que os advogados tenham um descanso merecido. Por isso, aproveite esse direito conquistado e se dê a oportunidade de descansar.

    Leia livros, vá à praia, assista às séries e filmes que não conseguiu durante o ano, aproveite com sua família e amigos, tenha muitos momentos de diversão e lazer e descanse, porque você, advogado, merece!

    Dica bônus: antecipar seus créditos judiciais 

    Boa parte das tarefas que você pode realizar durante o recesso judiciário requerem um bom planejamento financeiro. Por isso, para ter tranquilidade e conseguir tirar seus planos do papel, você pode antecipar seus honorários.

    Essa é a melhor maneira de não passar aperto, devido à sazonalidade na advocacia, e aproveitar o período tradicional de férias. O advogado que se planeja e antecipa seus honorários não passa perrengue nos meses de menor movimento!

    Comece o ano com fôlego para fazer investimentos. Conheça a antecipação de honorários da JusCash e aproveite o recesso forense da melhor maneira!

    Conclusão

    O recesso forense é o período em que os profissionais do Judiciário podem aproveitar para descansar, estudar, cuidar de sua saúde e se organizar para o próximo ano. Aproveite nossas dicas e curta suas férias!

    Conte com a antecipação de honorários da JusCash para tirar seus planos do papel e começar o ano com fôlego financeiro!