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  • 5 Dicas para crescer na Advocacia Previdenciária

    5 Dicas para crescer na Advocacia Previdenciária

    O campo da advocacia previdenciária oferece diversas oportunidades para quem deseja se destacar na área. O advogado previdenciário pode atuar tanto no auxílio ao cliente que precisa solicitar benefícios da previdência pública quanto no planejamento previdenciário.

    A advocacia previdenciária oferece uma gama de boas possibilidades de atuação aos advogados, sendo um dos grandes focos de atenção dos operadores do Direito. Porém, o futuro dessa área é cada vez mais discutido. Isso porque, a cada dia, a sociedade muda sua forma de lidar com o sistema previdenciário público e com a seguridade social. 

    Exemplos disso são as mudanças legislativas recentes, como a Reforma da Previdência (Emenda Constitucional nº 103) e a Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467). Essas alterações evidenciam o fato de que os direitos dos trabalhadores tendem a ser reduzidos com o tempo.

    Apesar dessas mudanças e de fenômenos como a pejotização do trabalho e crises econômicas e sanitárias aparentarem um cenário negativo, elas também podem representar uma grande oportunidade para os advogados expandirem seu leque de serviços relacionados ao Direito Previdenciário. 

    Por isso, se você está em busca de dicas para crescer na advocacia previdenciária, está no lugar certo! Neste texto, traremos um panorama dessa área de atuação, além de dicas que vão te ajudar a se manter e até conseguir novos clientes – mesmo com os indícios de crises previdenciárias.

    O que é a Advocacia Previdenciária?

    A advocacia previdenciária é a área do Direito que trata das relações entre a Previdência Social pública, por meio do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), e seus segurados e contribuintes.

    Assim, os advogados que atuam nessa área são responsáveis por intermediar a relação entre o segurado e o INSS quando se trata de direitos como:

    • Aposentadoria;
    • Afastamento por doenças ou acidentes;
    • Licença-maternidade;
    • Afastamento por invalidez e outros.

    Dessa forma, caso haja discordância entre o segurado e o INSS, por exemplo, passam a valer as regras do Direito Previdenciário. Isso acontece tanto na esfera administrativa, perante o próprio órgão, quanto na esfera judicial, perante o poder judiciário. 

    5 dicas para crescer na advocacia previdenciária

    1. Foque no planejamento previdenciário

    Os advogados previdenciaristas podem prestar diversos tipos de serviços. Um que vem se popularizando nos últimos anos é o planejamento previdenciário. Para essa função, o advogado realiza uma análise da vida previdenciária do cliente, o que engloba passado, presente e futuro. 

    Com base nessas informações, o advogado consegue realizar projeções a respeito de:

    • Quando o cliente poderá se aposentar;
    • Qual o tipo de benefício ao qual terá direito;
    • Qual o valor do benefício em questão.

    Diante do cenário de crise que já citamos acima, cada dia mais pessoas vêm se interessando por esse tipo de serviço. As pessoas querem saber sobre as regras de transição, como serão impactadas pelas mudanças e as alterações que ocorrerão no valor do benefício.

    O advogado especializado em advocacia previdenciária desempenha um papel estratégico no planejamento previdenciário. Com seu conhecimento, é possível levantar esses dados, realizar previsões e fazer o acompanhamento desse cliente até que ele possa efetivamente se aposentar.

    2. Busque se aprofundar nos detalhes da carreira de seu cliente

    O advogado previdenciário deve estar sempre em busca dos períodos especiais nos registros da carreira de seu cliente. Assim, por mais que o nome da profissão no registro não pareça insalubre ou perigoso, não deduza que aquele período não é especial.

    É muito comum que a profissão registrada na carteira não tenha relação com as atividades exercidas. Por isso, busque sempre investigar junto ao seu cliente sobre como era seu trabalho em cada empresa.

    Busque fazer perguntas como:

    • Você trabalhava com graxas, solventes, tintas, ou produtos químicos?
    • Tinha muito ruído, frio ou calor na empresa?
    • O trabalho era próximo a alguma fonte forte de calor?
    • O trabalho envolvia circuitos elétricos, manutenção de elétrica ou de máquinas?

    Com isso, você pode identificar atividades que se enquadram em períodos especiais, mas que a empresa buscou ocultar com um nome de registro diferente na carteira. Essa é uma forma de beneficiar seu cliente e aumentar o valor de seu trabalho diante dele.

    3. Questione os PPPs

    O Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é um documento que serve para registrar o histórico laboral e as atividades do trabalhador na empresa. Ele também traz dados administrativos e os resultados dos monitoramentos biológicos e ambientais.

    Esse tipo de documento deve ser emitido pela empresa. Porém, é muito comum encontrar PPPs incorretos, com Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho que não correspondem à realidade.

    Por isso, ao receber um PPP, além de questionar seu cliente sobre sua rotina naquela empresa, busque realizar uma pesquisa jurisprudencial. Realize consultas nos tribunais em busca de processos que incluam perícias na empresa em que seu cliente trabalhou.

    Essas pesquisas podem apontar que o PPP não refletia fielmente a realidade profissional do segurado. Ao identificar um processo nesse sentido, você poderá solicitar o período especial para seu cliente.

    4. Fique atento aos cálculos

    Os cálculos são a essência da advocacia previdenciária. Por isso, fique bastante atento a essa questão, faça análises e projeções de diferentes cenários para ter uma base sólida para tomar decisões que beneficiarão a você e ao seu cliente. Isso te ajudará a construir uma imagem profissional sólida e confiável.

    5. Saiba como cobrar seus honorários

    Fazer a cobrança de honorários é um dos grandes desafios da advocacia previdenciária. 

    Existem aqueles clientes que buscam o advogado para obter informações e é necessário convencê-lo a pagar pela consulta ou a contratar seus serviços. Neste caso, o foco deve ser demonstrar os benefícios da consulta ou o planejamento para o futuro previdenciário desse cliente potencial.

    Além disso, é fundamental sempre ter em mente que existem dois tipos principais de honorários advocatícios previdenciários: os honorários sucumbenciais, que são pagos pelo INSS, e os contratuais, que são pagos pelo cliente.

    No caso dos honorários de sucumbência, eles são pagos por meio de Requisição de Pequeno Valor (RPV) ou Precatório. Esse valor é postulado pelo advogado de maneira avulsa no processo, e o profissional recebe os honorários destacados do valor principal que o INSS terá que pagar ao advogado.

    Acesse a Calculadora de Previsão para Recebimento de Honorários da JusCash e estime quando você receberá seus honorários!

    Quando se trata dos honorários contratuais, o funcionamento depende do que é acordado entre o advogado e seu cliente. Normalmente, as ações previdenciárias envolvem contratos de risco, nos quais os honorários são condicionados ao êxito da demanda ao final do processo.

    Porém, os casos de inadimplência são bem comuns nesse cenário. Assim, para evitar esse tipo de situação, é fundamental realizar o destaque dos honorários contratuais no decorrer do processo.

    O destacamento também é muito importante para facilitar a antecipação de honorários. Quando isso ocorre, o advogado consegue realizar a negociação diretamente com o comprador, sem a necessidade de envolver seu cliente.

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    Invista no seu futuro na advocacia previdenciária!

    A advocacia previdenciária é uma promissora área do Direito. Isso porque, em meio às mudanças na legislação a respeito do tema, fica cada vez mais evidente a necessidade do planejamento previdenciário, e de oferecer um serviço de qualidade, com foco no esclarecimento das dúvidas de seu cliente.

    Quer aprofundar seus conhecimentos na advocacia previdenciária, realizar cursos, especializações e ampliar o leque de serviços oferecidos ao seu cliente? Conte com a antecipação de honorários da JusCash e realize tudo isso!

  • Publicidade na advocacia: limites e possibilidades

    Publicidade na advocacia: limites e possibilidades

    O marketing jurídico é fundamental para que os advogados consigam captar novos clientes. Mas, quais são suas regras e limites da publicidade na advocacia? Confira neste artigo!

    O Código de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi criado para reger a profissão de advogado. Nele, estão as regras que os operadores do Direito devem seguir, inclusive as práticas relacionadas à publicidade na advocacia.

    Esse é um tema que causa muitas dúvidas, pois há um mito de que a divulgação dos escritórios é proibida pela OAB. Porém, isso não é totalmente verdade. 

    O primeiro Código de Ética e Disciplina, divulgado em 1995, proibia a publicidade direta, com fins de captação de clientes. Contudo, este documento, de 1995, já autorizava a publicidade informativa.

    Para acabar de vez com as dúvidas relacionadas à publicidade na advocacia, fizemos este artigo. Entenda o que o código de ética diz sobre o tema, se a publicidade é permitida para os advogados e como fazer sua divulgação conforme as orientações do código. Boa leitura!

    O que diz o Código de Ética da OAB a respeito da publicidade para advogados?

    Existem dois Códigos de Ética da OAB: um de 1995 e um de 2015. Confira as regras que tratam da publicidade para advogados em cada um deles:

    Código de Ética da OAB de 1995

    Itens proibidos

    • Anúncios por rádio ou televisão;
    • Usar o nome fantasia em anúncios;
    • Mencionar cargo, função pública, relação de emprego ou patrocínio exercido para captar clientes;
    • Fazer anúncios em outdoors ou semelhantes;
    • Usar fotos, cores, ilustrações, figuras, logotipos, desenhos, marcas ou símbolos que não correspondam à sobriedade da advocacia, ou símbolos oficiais e usados pela OAB;
    • Mencionar honorários, tabelas, gratuidades ou formas de pagamento;
    • Falar sobre a estrutura do escritório físico;
    • Enviar mala direta, exceto para comunicar mudança de endereço;
    • Fazer publicidade com outras atividades profissionais;
    • Divulgar listas de clientes e demandas;
    • Se oferecer para reportagens e declarações públicas;
    • Quebrar ou violar o segredo ou sigilo profissional.

    Itens permitidos

    • Anúncios dos serviços profissionais de forma discreta e moderada, com fins exclusivamente informativos;
    • Informar nome completo, número da OAB, títulos ou qualificações profissionais, endereços, horários de atendimento e formas de contato em anúncios;
    • Enviar comunicados, publicações, correspondências, boletins informativos e comentários a respeito da legislação para colegas, clientes ou pessoas que autorizaram o envio;
    • Usar os termos “escritório de advocacia” ou “sociedade de advogados” acompanhadas do número da OAB;
    • Participar de programas de rádio ou televisão, entrevistas, reportagens ou outros meios de comunicação com objetivos ilustrativos, educacionais e instrutivos, sem propósito de promoção pessoal ou profissional.

    Confira dicas de como conseguir clientes na advocacia!

    Código de Ética da OAB de 2015

    Proibições incluídas

    • Veiculação de publicidade em cinema;
    • Anúncio em espaços públicos, como muros, paredes, elevadores e outros;
    • Fornecer dados de contato em colunas ou artigos literários, culturais, acadêmicos ou jurídicos, publicados na imprensa ou em programas de rádio ou televisão;
    • Distribuição de panfletos, mala direta ou práticas parecidas;
    • Promoção indireta da captação de clientes;
    • Uso de fotografias em cartões de visitas.

    Permissões incluídas

    • Citar o e-mail do advogado em colunas ou artigos literários, culturais, acadêmicos ou jurídicos, publicados na imprensa ou em programas de rádio ou televisão;
    • Usar placas, painéis luminosos e inscrições em fachadas com o objetivo de identificar o escritório. Porém, é preciso respeitar a discrição e a sobriedade;
    • Incluir em material de escritório ou cartão de visitas títulos acadêmicos e possíveis distinções relacionadas à vida profissional, além de instituições jurídicas das quais faça parte, site, QR Code, logo, foto do escritório e os idiomas em que o cliente poderá ser atendido;
    • Patrocinar eventos ou publicações de caráter cultural ou científico;
    • Divulgar boletins sobre matérias culturais de interesse dos advogados a clientes e outros interessados.

    Afinal, a publicidade na advocacia é permitida ou não?

    Sim, a publicidade na advocacia é permitida, porém respeitando as regras da OAB. A publicidade na advocacia deve ser apenas informativa, sóbria e discreta, e não pode ter o objetivo de captar clientes ou mercantilizar a profissão.

    Dessa forma, não é permitido fazer propagandas comerciais que incentivam a contratação dos serviços. Por outro lado, o advogado pode contar com estratégias de marketing de conteúdo jurídico para tornar os serviços prestados pelo escritório conhecidos e desenvolver autoridade no assunto.

    Marketing jurídico na prática: descubra como divulgar seu escritório e conseguir mais clientes

    Como fazer publicidade na advocacia de acordo com o Código de Ética da OAB, então?

    Confira dicas para fazer publicidade na advocacia sem correr o risco de infringir o Código de Ética da OAB:

    1. Entenda a necessidade do seu público

    Independente de qual seja o tipo de conteúdo que você irá criar, é fundamental saber o que seu público está procurando. Por exemplo, não adianta escrever um artigo perfeito sobre guarda compartilhada se esse tipo de informação não for o que seu público quer consumir.

    Você pode mapear as dúvidas do seu público por meio de pesquisas nos buscadores, usando palavras-chaves relacionadas à sua área de atuação. Busque identificar as perguntas que os usuários estão fazendo.

    Também é possível usar outras ferramentas, como o Keyword Planner, recurso do Google Ads, Ubersuggest ou SEMRush.

    1. Desenvolva conteúdos informativos de qualidade

    Após identificar o que seu público está buscando, comece a produzir conteúdos para responder suas dúvidas. Para ter resultado com a produção de conteúdos, é preciso ter constância. Por isso, organize sua rotina para produzi-los. 

    Tenha em mente que seu leitor provavelmente não é especialista no assunto que você irá abordar. Por isso, use uma linguagem simples e de fácil compreensão, e busque responder as questões com base na lei e de forma acessível. 

    Também busque usar imagens relacionadas ao tema abordado e que evidenciem o que será comunicado no texto. Existem diversos bancos de imagem gratuitos para te ajudar nessa tarefa. 

    1. Seja ativo nas redes sociais

    As redes sociais são ótimas ferramentas para a publicidade na advocacia. Por isso, crie um perfil para seu escritório e busque alimentá-lo com publicações constantes para manter a proximidade com seus clientes.

    Elas também são muito importantes para a construção de autoridade, além de facilitarem o contato e a comunicação com clientes em potencial. Isso porque eles buscam tirar as dúvidas e decidir pela contratação antes de ir ao escritório fisicamente.

    1. Invista em tráfego pago

    Além de criar conteúdos relevantes, você pode investir em tráfego pago para atingir mais clientes em potencial. Um exemplo é o Google Ads, ferramenta que possibilita pagar por determinada palavra-chave para que sua página apareça primeiro quando um usuário faz uma busca. 

    Tráfego pago para seu site e redes sociais são permitidos pelo Código de Ética, e podem trazer ótimos resultados para seu negócio, desde que utilizados da forma correta.

    Conclusão

    De acordo com o Código de Ética da OAB, a publicidade na advocacia é permitida, desde que para fins estritamente informativos e sem mercantilizar a profissão. Assim, uma das melhores ferramentas para a divulgação dos escritórios de advocacia é o marketing de conteúdo jurídico.

    Continue acompanhando nosso blog para conhecer estratégias que te ajudarão na divulgação do seu escritório!

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  • Quanto tempo demora um processo trabalhista e como antecipar valores

    Quanto tempo demora um processo trabalhista e como antecipar valores

    Todos os trabalhadores podem ingressar com uma ação trabalhista quando têm seus direitos lesados por seus empregadores, mas como funciona esse processo e quanto tempo ele dura?

    Quando se pensa em entrar com um processo trabalhista, é comum que surja a dúvida: “Quanto tempo demora um processo trabalhista?” O tempo de duração dos processos pode ser um fator que afasta o trabalhador da busca por seus direitos ou que o deixa em expectativa e ainda pode gerar frustração.

    Porém, esta é uma questão muito complexa, já que cada ação trabalhista é composta por diversos fatores que podem aumentar o tempo de duração do processo. Dessa forma, enquanto alguns duram cerca de seis meses, outros podem demorar anos.

    Com base no relatório Justiça em Números 2022, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), um processo permanece 4 anos e 7 meses no acervo dos tribunais, em média. Contudo, pode levar mais alguns anos na fase de execução e cumprimento de sentença.

    Neste artigo, você descobre quanto tempo demora um processo trabalhista, como ele funciona, o tempo máximo que um processo pode durar, os principais fatores para a demora e como ter acesso aos seus honorários sem precisar aguardar a conclusão do processo judicial. Confira!

    Como funciona um processo trabalhista?

    A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto de Lei nº 5452) reúne as regras para as relações de vínculo empregatício no Brasil. Contudo, diversos empregadores não entendem sua importância e descumprem suas determinações, abrindo brechas para processos.

    Dessa forma, quando o trabalhador sente que seus direitos não estão sendo respeitados pelo empregador, pode entrar com uma ação trabalhista. O órgão responsável por organizar e julgar essa ação é o Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

    Além disso, os processos trabalhistas contam com algumas etapas. São elas:

    • Fase de conhecimento;
    • Sentença;
    • Abertura para recursos;
    • Fase de execução;
    • Demandas gerais da Justiça do Trabalho.

    Quanto tempo demora um processo trabalhista em média?

    Existem alguns fatores podem influenciar nos prazos de duração de um processo trabalhista, como, por exemplo:

    • A complexidade da causa;
    • O local onde o processo foi ajuizado;
    • A agenda da Vara Trabalhista;
    • A necessidade da realização de perícias;
    • A apresentação de recursos;
    • As remarcações que podem ocorrer com o tempo, etc.

    Porém, para que você tenha uma ideia de quanto tempo demora um processo trabalhista, vamos trazer alguns exemplos:

    • Se, logo na audiência de conciliação, trabalhador e empresa chegarem a um acordo – o que é relativamente comum -, então o processo pode ser finalizado, em média, em seis meses;
    • Caso não haja acordo na audiência de conciliação, mas o processo seja simples, sem a necessidade de recursos, então o processo pode ser finalizado, em média, após um ano;
    • Se for um processo com recursos no Tribunal Estadual ou se houver perícias, então o processo pode durar, em média, de dois a três anos;
    • Caso o processo seja mais complexo, de alto custo, e tenha recurso junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), então o processo pode correr por vários anos.

    Outro fator que influencia diretamente em quanto tempo demora um processo trabalhista é o valor total da ação. 

    Processos trabalhistas com valores abaixo de 40 salários mínimos costumam correr de forma mais rápida. Isso porque possuem um rito especial no qual as duas audiências são feitas no mesmo dia, e a empresa tem menos chances de recorrer.

    Também é importante considerar que há correção monetária e juros no decorrer do processo trabalhista. Isso significa que quanto mais tempo o processo demora, maior será seu valor final.

    A correção e os juros são calculados durante todos os meses em que o processo estiver correndo. Dessa forma, por mais que o processo trabalhista seja demorado, ele terá seu valor corrigido e acrescido de juros.

    Por esse motivo, independente de quanto tempo demora um processo trabalhista, o trabalhador que teve seus direitos desrespeitados pode ter confiança de que, ao entrar com uma ação, terá seus valores pagos da maneira correta.

    Qual é o tempo máximo que um processo pode durar?

    Não há nenhuma lei que determine o prazo máximo para a duração de um processo na justiça. Isso porque podem haver inúmeras variáveis que dificultam, inclusive, na previsão quanto ao prazo da tramitação.

    Aliás, aqui cabe uma curiosidade: o processo mais demorado da história do Brasil durou 125 anos! A ação foi movida pela Princesa Isabel devido à posse do Palácio Guanabara. Na ocasião, ela alegava que o imóvel foi tomado ilegalmente da família Orleans e Bragança com a instauração da república.

    Mais de um século depois, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que a atual sede do governo fluminense pertence à União.

    A boa notícia é que a legislação brasileira possui algumas ferramentas para evitar que os processos se prolonguem por tanto tempo. A prescrição do Direito à judicialização e a prescrição intercorrente, quando o processo fica muito tempo parado na fase de execução, são exemplos disso.

    Principais fatores para a demora na conclusão dos processos no Brasil

    Os principais fatores que contribuem para a demora dos processos no Brasil são:

    • Quantidade de juízes em relação ao tamanho da população brasileira. São 8,2 magistrados para cada 100 mil habitantes. Em países europeus, a média é de 17,4;
    • Cultura de litígio que contribui para uma judicialização exagerada ao invés de recorrer a outras formas de solução de conflito, como a conciliação, a mediação e a negociação;
    • Excesso de pedidos de liminares, ações cautelares e mandados de segurança contra decisões judiciais para retardar indefinidamente a conclusão das ações;
    • Limitação na estrutura das instâncias superiores em função da grande quantidade de recursos. As instituições não conseguem dar conta da alta demanda e travam o sistema;
    • Falta de mecanismos eficientes para agrupamento de processos semelhantes, facilitando o julgamento de recursos nos tribunais superiores;
    • Insegurança jurídica devido às alterações ou substituições frequentes da legislação, Com isso, os cidadãos acabam não conhecendo seus direitos e recorrendo em demasia ao Poder Judiciário.

    Como ter acesso aos valores processuais sem precisar esperar tanto tempo?

    Um dos principais problemas decorrentes da demora na conclusão de processos judiciais é o fato de a parte vencedora não poder acessar os valores a que tem direito. Para os advogados, isso tem um peso ainda maior: esses profissionais só são remunerados após o encerramento do processo e a liberação do dinheiro de seus clientes.

    A boa notícia é que, em ambos os casos, é possível realizar a antecipação de créditos judiciais. Assim, é que os advogados podem ter acesso aos seus valores de direito sem precisar ficar anos esperando pela liberação de seu dinheiro.

    Por meio de empresas confiáveis, como a JusCash, advogados podem antecipar seus honorários contratuais e de sucumbência, com praticidade, rapidez e segurança!

    Conclusão

    Viu quantas coisas podem influenciar quanto tempo demora um processo trabalhista? São muitos detalhes e particularidades que podem fazer o processo correr de seis meses até alguns anos.

    A boa notícia é que a legislação possui ferramentas para evitar que os processos se prolonguem por tanto tempo quanto o da Princesa Isabel.

    Além disso, com a antecipação de créditos judiciais, você pode ter acesso ao seu dinheiro quando precisar!
    Continue acompanhando nosso blog para obter mais informações sobre os processos judiciais.

  • Venda de Créditos Judiciais: como funciona e quais são as vantagens

    Venda de Créditos Judiciais: como funciona e quais são as vantagens

    A venda de créditos judiciais pode ser uma ótima opção para o advogado e/ou autor que não quer ou não pode aguardar para receber seu dinheiro só no encerramento do processo.

    A negociação de créditos judiciais é uma forma de antecipar o dinheiro resultante de um processo. Isso significa que nem o autor da ação nem seu advogado precisam esperar até o desfecho daquele caso para receber a quantia a qual têm direito.

    Por meio da antecipação de créditos judiciais que seriam pagos futuramente, é possível quitar dívidas, comprar bens ou até mesmo organizar sua vida financeira. Essa é uma ótima estratégia para quem está envolvido em processos muito longos, já que os processos levam, em média, três anos e seis meses em tramitação no Brasil.

    No texto de hoje, você confere o que são créditos judiciais, como funciona sua venda e os benefícios desse tipo de operação de crédito.

    Crédito judicial: o que é?

    O crédito judicial é o valor em dinheiro ao qual uma pessoa passa a ter direito quando vence um processo na Justiça. Esse valor pode corresponder à condenação (ou seja, o que a parte vencedora tem a receber da parte contrária) ou aos honorários sucumbenciais do advogado, que normalmente são fixados pelo juiz e destinados ao profissional.

    Tanto na área civil, quanto na trabalhista e previdenciária, o cliente e o advogado podem vender os créditos que lhes pertencem. Além disso, é possível negociar o pagamento de precatórios e RPVs. Assim, é possível ter acesso aos valores sem precisar aguardar até o fim do processo.

    O artigo nº 286 do Código Civil regula esse tipo de transação. Dessa forma, o credor de uma ação judicial pode vender seus créditos para dar liquidez a esse ativo. Para isso, pode procurar uma empresa especializada e negociar a venda.

    Tipos de créditos que não podem ser vendidos

    Porém, é importante saber que existem algumas restrições no momento da venda de créditos judiciais. Créditos que envolvem obrigação alimentícia provenientes de processos de direito da família e créditos que envolvam direitos da personalidade são exemplos disso.

    Como funciona a venda de créditos judiciais?

    Existem diferentes tipos de contratos que envolvem a venda de créditos judiciais. O mais comum é aquele em que o comprador antecipa o valor que o credor teria direito a receber ao final do processo.

    A definição do deságio aplicado sobre o valor total varia conforme os dados do caso, como por exemplo: a fase em que o processo se encontra e o tribunal em que ele tramita.

    Nesse tipo de contrato, a espera pelo pagamento passa a ser da pessoa/empresa que está comprando o crédito judicial, que se habilita no processo como “terceiro interessado”.

    Empresas especializadas, como a JusCash, facilitam esse tipo de transação. Veja o que é necessário para vender o seu crédito judicial:

    • O processo deve estar em fase de execução de sentença, para que não haja nenhuma alteração nos valores.
    • O devedor dos créditos deve ser uma Pessoa Jurídica.

    Como realizar a venda de crédito judicial?

    Cada empresa possui seus próprios critérios de análise para a compra de créditos judiciais, mas vamos trazer como exemplo o processo feito na JusCash para a antecipação de honorários advocatícios. Confira:

    • Envio de Documentação: Envie os dados do processo para análise.
    • Análise Gratuita: Realizamos uma análise detalhada do seu processo sem custo.
    • Assinatura do Contrato: Cliente e JusCash assinam o contrato em caso de aprovação da proposta.
    • Depósito dos Valores: Depositamos o valor em até 24 horas após a conclusão dos trâmites de cessão.
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    Na JusCash, há pré-requisitos para a análise de antecipação dos honorários. Confira o checklist abaixo para realização da venda de créditos judiciais:

    • Honorários Antecipáveis: Honorários Contratuais, Sucumbenciais e Dativos.
    • Valor Mínimo: A partir de R$ 1.000,00.
    • Fase do Processo: Ações em fase de cumprimento de sentença em definitivo.
    • Devedores Elegíveis: Contra empresas privadas ou entes públicos.

    Se seu processo se enquadra nessas características, solicite uma análise agora mesmo!

    Saiba como antecipar valores sem ser advogado

    Caso você esteja aguardando o recebimento de créditos judiciais, peça ao seu advogado que entre em contato conosco, para que possamos analisar a sua demanda, clicando aqui

    Vantagens de vender créditos judiciais

    Todo mundo precisa de dinheiro para pagar suas contas, cobrir suas despesas e cumprir com suas obrigações. Processos muito longos ou situações de suspensão de prazos, como aconteceu devido à pandemia de Covid-19, podem acabar com o planejamento financeiro de quem depende do recebimento desses valores.

    Porém, por meio da venda de créditos judiciais, é possível quitar dívidas, cobrir imprevistos, adquirir bens ou mesmo manter sua vida financeira sob controle. Em tempos de crise econômica, essa é uma solução ainda mais vantajosa para quem precisa reforçar o caixa.

    As principais vantagens da venda de créditos judiciais são:

    • Você recebe antecipadamente valores que só seriam pagos no fim do processo.
    • A cessão de crédito é formalizada por meio de um contrato, garantindo o recebimento.
    • O pagamento ocorre em poucos dias após a assinatura do contrato.
    • A espera pelo pagamento dos honorários é transferida para a empresa que compra os créditos.

    Antecipe e ganhe tempo e tranquilidade

    Se você precisa organizar sua vida financeira, fale com a JusCash, especialista em antecipação de créditos judiciais para advogados e pessoas com valores a receber na Justiça. Solicite uma cotação agora mesmo e descubra como nossas soluções podem te ajudar!

  • Precificação na advocacia: o valor do serviço fora da tabela

    Precificação na advocacia: o valor do serviço fora da tabela

    A precificação de serviços é, sem dúvida, um dos maiores desafios que um advogado enfrenta quando começa a prestar seus serviços.

    A precificação advocacia é uma tarefa bastante complexa, já que precisa levar diversos fatores em consideração. Para que possa chegar em um preço ideal, é necessário avaliar os custos do negócio, a margem de lucro, a percepção de valor dos clientes e outros.

    Uma vez que todos esses fatores forem considerados, o advogado conseguirá praticar preços coerentes com o mercado. Ou seja, que agradam os clientes e gerem um bom faturamento. Dessa maneira, é possível cobrir os gastos da empresa e ter lucro.

    Neste texto, você encontra um guia sobre precificação: significado, principais objetivos, diferenças entre preço e valor. Além disso, verá também dicas para fazer a precificação da forma certa. Então, confira tudo a seguir!

    Precificação: significado

    O significado de precificação é, em resumo: “o ato de determinar um preço”. Entretanto, na prática, essa tarefa é muito mais complexa. Essa é uma das principais atividades estratégicas dos negócios que querem se destacar no mercado.

    Afinal, é dos recursos obtidos com a prestação dos seus serviços que você terá a renda para cobrir gastos, manter seu negócio em funcionamento e retirar o lucro para continuar o serviço.

    Para que isso tudo aconteça, o preço do serviço deve cobrir os custos do negócio e ainda gerar valor para você e outros sócios, caso tenha. No entanto, também é necessário observar os padrões da concorrência e a percepção dos consumidores.

    Certamente, alcançar esse equilíbrio é um grande desafio. Assim, é essencial conhecer métodos, cálculos e estratégias envolvidos no processo de formação dos preços.

    Quais os principais objetivos da precificação?

    • Satisfazer o consumidor: oferecer um preço justo, que se adapte à realidade do cliente;
    • Atingir o público-alvo: o preço também é uma forma de filtrar o tipo de consumidor ao qual seus serviços são direcionados;
    • Enfrentar a concorrência: ter uma política de preços te dá um direcionamento para se manter competitivo diante da concorrência;
    • Conceder descontos: é essencial definir uma margem segura e aceitável para que sua empresa não tenha prejuízos;
    • Melhorar resultados: definir o preço correto ajuda no desenvolvimento de seu negócio e traz lucros;
    • Cobrir custos: com um preço correto, você sempre terá recursos para custear sua operação e pagar os salários e impostos, por exemplo.

    Qual é a diferença entre preço e valor?

    O preço final de um serviço advocatício deve ser formulado com base nos desejos e necessidades de seus clientes. Desse modo, a precificação na advocacia não deve ser feita apenas com base em cálculos. Por isso, é essencial compreender a diferença entre valor e preço.

    Preço

    O preço de um serviço se resume à questão monetária. Ou seja, é a quantia em dinheiro que é necessário pagar para a contratação desse serviço.

    Valor

    Por outro lado, o valor é intangível. Ele representa os diferenciais e benefícios que seu serviço traz aos seus clientes. Esse valor deve ser agregado no momento de definir sua precificação de serviços.

    Agregar valor significa enriquecer seu serviço com benefícios e diferenciais que importam para o consumidor. Dessa forma, ele terá uma experiência única com seu escritório, e não apenas terá contratado um serviço.

    Quais são os tipos de precificação?

    Existem diversos modelos de precificação que podem ser aplicados aos serviços oferecidos, de acordo com a natureza da atividade. Os mais comuns são os seguintes:

    • Precificação por hora. Quando o empreendedor conhece bem o tempo necessário para a realização do seu serviço e tem resultados mais previsíveis;
    • Precificação fixa. Quando os custos são muito claros e o serviço não sofre grandes variações. Nesse caso, também pode-se incluir taxas adicionais para certas situações;
    • Precificação variável. É definida de acordo com cliente, projeto e negociação;
    • Precificação com base no êxito. Quando a cobrança é feita em porcentagens dos lucros obtidos com o serviço. A saber, esse é o tipo mais comum de precificação na advocacia.

    Dicas para fazer a precificação correta

    Definir a precificação da prestação de serviços é um desafio para muitos empreendedores. Algumas etapas são semelhantes às da formação de preços de produtos. Mas, é preciso prestar atenção às particularidades dos serviços. Confira algumas dicas:

    1. Defina o custo da hora da mão de obra

    Em primeiro lugar, conheça os custos que você tem e analise o valor da hora da mão de obra. É possível chegar a esse valor dividindo o custo com funcionários pelo número de horas de trabalho no período. Por exemplo:

    Folha de pagamentos mensalHoras de trabalho no mêsCálculoCusto da mão de obra
    R$ 11 mil198 horas11 mil / 198R$ 55,55

    Utilize esse valor por hora como base para o preço dos seus serviços.

    2. Liste os custos fixos e variáveis

    Considere os custos fixos e variáveis de sua empresa, além do custo da hora de trabalho. Inclua aluguel, internet, contas de consumo, impostos e todos os outros valores que precisam ser pagos mensalmente.

    3. Defina sua margem de lucro

    Para que possa definir a porcentagem que você irá ganhar sobre cada serviço contratado, considere a margem de lucro que é praticada em seu segmento e suas expectativas de retorno sobre o investimento realizado.

    4. Faça sua precificação baseada na concorrência

    Logo após contabilizar seus custos, é hora de analisar sua concorrência para definir o preço dos seus serviços. Fazer essa avaliação vai te ajudar a não destoar muito dos valores praticados pelos concorrentes.

    Fazer uma precificação baseada na concorrência é essencial, pois quem olha apenas para seus próprios custos e ignora os valores da concorrência pode acabar praticando valores muito acima ou muito abaixo e atrapalha seu  planejamento para aumentar o faturamento.

    5. Leve o cliente em consideração

    O preço dos serviços está relacionado à percepção de valor do consumidor, especialmente no caso de serviços. Por isso, estude seu cliente e considere suas expectativas no momento de formar seus preços. Mas, cuidado para não tentar conquistá-lo pelos baixos preços e trazer prejuízos ao seu caixa.

    6. Markup e a margem de contribuição

    Após considerar as especificidades dos serviços, use as fórmulas do markup e da margem de contribuição para chegar aos preços de vendas:

    Markup = 100/100 – (Despesas fixas+Despesas variáveis +Margem de lucro) 

    Margem de contribuição = Valor das vendas – (Custos variáveis + Despesas variáveis)

    Como fazer precificação no Excel?

    Você pode usar uma planilha de precificação no Excel para ajudar com esse cálculo. Para isso, você pode utilizar alguma disponível online ou criar a sua própria, registrando todas as informações que listamos acima e aplicando as fórmulas de cálculo. Além disso, existem diversas planilhas de precificação online.

    Precificação na advocacia

    Para que consiga calcular o preço dos seus serviços advocatícios, é necessário levar em consideração alguns fatores:

    Analise caso a caso

    É essencial conversar com seus clientes para ouvir suas necessidades. Dessa forma, você poderá mensurar os esforços necessários para sua atuação. Também é possível ter uma base de qual será seu trabalho para a correta precificação.

    Não se esqueça de que, quando há o fator humano, como em toda a prática do Direito, não existem padrões inalteráveis.

    Compare preços

    Não se trata apenas da precificação baseada na concorrência. Também é necessário analisar o valor praticado em casos semelhantes. Assim, considere também o histórico de trabalho e casos já atendidos pelos profissionais de sua região.

    Considere todos os custos

    Os custos do seu trabalho devem ser incluídos nos honorários advocatícios. Por isso, utilize uma planilha de precificação para calcular suas despesas com transporte, alimentação e outros itens necessários ao longo do processo.

    Valorize seu trabalho

    Não tenha medo de fazer a cobrança dos serviços que você presta. Tome cuidado para não praticar preços abusivos nem deixar de estabelecer o valor que você julgar necessário para desenvolver seu trabalho.

    Tabela de preços da OAB

    Além disso, é essencial consultar a tabela de honorários advocatícios da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de seu estado. Ela pode ajudar advogados iniciantes e mais experientes no momento de calcular o preço de seu serviço.

    Utilizar a tabela de preços da OAB como base para sua precificação é uma forma de estabelecer um preço justo, com base legal. Além disso, também é uma garantia de que os preços praticados em diversos lugares são semelhantes.

    Confira a tabela de honorários advocatícios 2021 da OAB-SP e da OAB-MG.

    Conclusão

    Fazer a precificação de serviços advocatícios é essencial para que os advogados tenham a justa remuneração por seus serviços. Seguindo as dicas que apontamos nesse texto, utilizando planilha de precificação, calculadora de precificação e até mesmo a tabela de preços da OAB, você poderá chegar a um preço justo por seus serviços.

    Continue acompanhando o blog da JusCash para saber mais sobre a importância da organização financeira para advogados!